17 de janeiro de 2013

4 formas de tirar partido da nova lei de facturação electrónica


O estado português, movido pela necessidade cada vez mais premente de controlar a fuga aos impostos e a economia paralela, aprovou um conjunto de alterações legislativas que promovem a adopção da desmaterialização da troca de documentos entre empresas.

As empresas não tem muitas alternativas se querem manter a competitividade: vão ter de reformular os seus mecanismos e tornar a facturação electrónica.

Contudo, este cenário não é necessariamente nocivo. Reflectimos sobre as 4 formas da sua empresa tirar partido desta nova realidade:

1. Ter uma solução de facturação electrónica é ter mais rentabilidade.

A rentabilidade de uma empresa está intimamente ligada com a relação entre o custo administrativo e o custo produtivo. A emissão automática e integrada de facturas vai reduzir os erros indissociáveis dos processos manuais de facturação. Automatizar e melhorar o processo de contabilização é melhorar a rentabilidade dos negócios.

2. Ter uma solução de facturação electrónica é ter um lugar na primeira fila.

O principal objectivo da Autoridade Tributária é controlar, de forma cada vez mais efectiva, a actividade económica das empresas. Nesse sentido é natural que as empresas que adoptem práticas de comunicação das suas actividades sejam premiadas com, por exemplo, o reembolso mais rápido do IVA ou outros benefícios fiscais.

A nova lei é uma oportunidade para que as empresas que usam mecanismos de facturação electrónica caminhem para essas práticas de comunicação. E isto deixa-as na primeira linha para terem acesso aos benefícios. 

3. Ter uma solução de facturação electrónica é ter acesso a um mercado mais global.

A problemática do controlo das trocas comerciais entre os países membros da União Europeia, ou mesmo entre outros países fora do espaço europeu, assume um papel cada vez mais relevante. As empresas com processos de facturação electrónica estão a inovar em processos e credibilidade e podem considerar-se mais perto de novos mercados.

4. Última, mas não menos importante: Ter uma solução de facturação electrónica é poder usar o OpenERP!

O OpenERP é uma plataforma completa e integrada de aplicações que respondem a todas as necessidades de uma organização.

O OpenERP é um software livre (sem custos de licenciamento) e reduz significativamente o custo final de aquisição. É disponibilizado online através da OpenERP, de Parceiros ou soluções locais instaladas nos servidores do cliente. A Open Solutions é parceira da Multibase, uma das duas empresas portuguesas com certificação na plataforma OpenERP. Juntos, acreditamos ser uma das suas melhores escolhas.

E na sua empresa, ninguém acredita que a tecnologia pode simplificar a vida?

4 de janeiro de 2013

O que é o que Projecto Colibri tem a dizer sobre as mudanças na Facturação para 2013?

O Governo aprovou recentemente a reforma do regime de facturação, que entrará em vigor a partir do início de 2013. Esta reforma altera o código do IVA, ao tornar obrigatório passar factura na generalidade da aquisição de bens e prestação de serviços de forma automatizada.

É natural que a questão comece a surgir: O prestador do serviço tem um software à medida, ajustado à necessidade do seu negócio?

 http://pplware.sapo.pt/wp-content/images2009/imagem_projecto_colibri503_00_small.jpg


Excelente desempenho e qualidade de informação contabilística
O Projecto Colibri, na sua nova versão RCP 7, uma versão funcional, certificada e apta aos mais elaborados desafios, está preparado para responder às novas exigências da reforma do Regime de Facturação. Mas, burocracias aborrecidas à parte, traz novidades que o sobem a um patamar de destaque em termos de inovação
 
Uma medida não serve a todos.
O cliente pode ter um software gratuito se for essa a sua necessidade. É possível obter o software de forma gratuita e entregar a responsabilidade da sua parametrização a outra empresa.

Depois existe a versão para as PME’s. Desenhada para servir à medida, pretende maximizar os resultados obtidos em função das necessidades de cada negócio. Neste caso, é importante contar com uma equipa sensível e dedicada às questões funcionais para que obtenha o máximo retorno.

A mesma medida não deve servir em momentos diferentes.
O mercado procura cada vez mais a flexibilidade de estruturas. Isto porque as empresas precisam cada vez mais de soluções dinâmicas, que se actualizem na mesma medida que as tendências produtivas e que acompanhe a evolução. A nova versão do Colibri coloca nas mãos dos programadores um plano de desenvolvimento com acesso a todas as funcionalidades do projecto!

Em muitos casos, os elevados valores dos softwares de gestão comercial não se justificam na aquisição de soluções desproporcionais! Uma solução desproporcional vem com funcionalidades deslocadas e não se resume às vantagens que são realmente importantes.

A Open Solutions é parceira do Projecto Colibri. O que significa que adquirimos formação, experiência e know-how: sabemos do que falamos! Consulte-nos antes de comprar uma solução de gestão comercial.

opensolutions.pt/solucoes/projecto-colibri

2 de janeiro de 2013

A vida empresarial é como andar de bicicleta...

Ter sempre alguma coisa a que nos dedicarmos a seguir é mais do que importante: é absolutamente essencial, pois significa que ainda há uma razão para continuarmos a existir.

Quem tiver um mínimo de entusiasmo ou interesse em fazer coisas tem futuro.
E o que se diz das pessoas, aplica-se às empresas.

A reflexão é de Joaquim Lorente, no seu 'Pensa, é grátis:

"O tempo preenchido sem o mínimo de gratificação é um tempo que nos faz mal. E, na vida, é inevitável passar por algumas dificuldades, mas aceitar que os nossos dias se convertam numa soma infindável de incúrias, insastisfações e tempos mortos é o caminho que conduz directamente à decepção, a antecâmara do "não há mais nada a fazer".

Felizmente, a diversidade de meios materiais, físicos, intelectuais e espirituais à nossa disposição é desconcertante. Viver de forma intensa não chega sequer para tocar de leve 1% do que a existência nos oferece; ao fazê-lo, ligamo-nos à vida, da qual provém a energia.

No mundo empresarial, a melhor definição foi-me dada por um persistente e pragmático coleccionador de futuros, o empresário José Manuel Lara: "Joaquim, a vida empresarial é como andar de bicicleta: tem de se estar sempre a pedalar. Se paras, cais."

Na Open Solutions não vamos de parar de pedalar em 2013.

14 de dezembro de 2012

Como a presença online pode apoiar a internacionalização do meu negócio ou - porque devo mesmo preocupar-me com a presença online do meu negócio?


“Today you are not behind your competition. You are not behind the technology. You are behind your consumer.”
Rishad Tobaccowala, Chief Strategy & Innovation Officer , VivaKi


A ACL está a levar a cabo uma iniciativa apelidada de Boas Práticas à Sexta-feira. O tema de hoje: A presença online pode apoiar a internacionalização do meu negócio?

Disso acabou por ter muito pouco, ainda que por pouco, não se deva entender inútil. Entretanto, ficaram três reflexões que todos conhecemos e esquecemos porque são verdades desconfortáveis:

1. Crisis is business as usual.
Todos os gestores deviam olhar para os negócios como se estivessem permanentemente a ser desafiados pela proximidade da sua extinção...

2. O modelo tradicional de marketing foi destruído.
No novo modelo o cliente-consumidor procura validar online toda a informação, o que inclui, logicamente validar a nossa reputação.

3. Os clientes sabem sempre mais do que nós. 
Enquanto consumidores interessados em usufruir do melhor negócio possível eles têm tanta informação quanto a que quiserem. E isto porque a informação está disponível como nunca esteve antes(!), o que torna legítimo que não se limitem a ouvir o que temos a dizer sobre o que fazemos – hoje os clientes vão além disso: procuram sobre nós, comentam-nos e provavelmente conhecem melhor do que nós todas as alternativas e todos os motivos para não escolherem o nosso produto.

Reflexões para o fim de semana...

-- Filipa Oitavén

6 de dezembro de 2012

Tudo o que um gestor de projectos deve fazer melhor

 
Os mentores do LibrePlan perceberam exactamente onde é que as outras aplicações de gestão de projectos falhavam. Vejamos:

Primeiro, é um erro considerar os projectos isoladamente. Existem dependências entre eles, nem que sejam os recursos alocados a vários projectos ao mesmo tempo.

Segundo, ser responsável de projecto pode ser terrivelmente aborrecido e absorvente e, na maior parte dos casos, é-o efectivamente... Nas ferramentas tradicionais toda a distribuição do trabalho está centrada o gestor, que tem de perder tempo a verificar e inserir informação continuamente.


Partindo destes dois pressupostos fundamentais, projectaram uma ferramenta que, ao contrário das ferramentas tradicionais que os gestores possam ter experimentado, a) liberta efectivamente os responsáveis de projecto das tarefas rotineiras e consumidoras de energia e b) põem os projectos a relacionarem-se como parte de um todo comum de forma a que estes podem ser percepcionados e geridos como tal.


O resultado?

Para além de um aspecto gráfico espectacular, o LibrePlan ganha terreno em funcionalidades e permite efectivamente seguir e agir sobre toda a informação dos projectos em tempo real e com menor esforço. Em resumo, faz tudo o que um gestor de projectos deve fazer melhor: é um facilitador de projectos.

--
A Open Solutions anda em cima dos acontecimentos! Uma nova versão do LibrePlan foi anunciada a semana passada. Os detalhes da nova versão podem ser admirados aqui.


28 de novembro de 2012

A incerteza económica tem de significar a estagnação dos negócios?

Quais os nossos desafios este mês? Até ao final do ano, as empresas devem conseguir equilibrar a balança. O mercado deixou de absorver novos negócios e a resposta mais demorada faz-se pesar no crescimento e nos lucros. Vêem-se a braços com a incontornável questão: reduzir despesas e aumentar a rentabilidade – como se faz?

Cada empresa tem de se focar na contenção de custos internos e nas suas zonas de ineficiência. Os custos financeiros arcados pelas empresas, no que toca à manutenção das suas estruturas informáticas, são perpetuados durante anos e surgem como uma área interessante de reflexão para os gestores. Devem ser procuradas novas ideias e soluções. Devem ser considerados novos paradigmas.

Qual é o paradigma que lhe propomos considerar hoje? Um serviço de suporte técnico contratado externamente, mesmo para empresas com serviços internos. Perceba porquê.

Devo considerar ir buscar lá fora os recursos que já tenho na minha empresa?”

Sim, se uma das suas prioridades for reduzir custos. A Open IT pode assegurar e substituir os serviços internos de suporte às tecnologias de informação e absorver os recursos humanos alocados a essa área da empresa.

Sim, porque vai manter ou mesmo melhorar a qualidade dos serviços e o tempo de resposta às situações. Os nossos técnicos de suporte nunca fizeram outra coisa! E fazem-na bem porque se formam todos os dias, nos ambientes mais diversos e a resolver problemas novos. Imagine a quantidade de situações que já lhes passaram pelas mãos. Contratando os nossos serviços de suporte, transferimos know-how à sua empresa.

Sim, se quero deixar de me preocupar com os meus sistemas informáticos. Somos consultores e sabemos identificar as melhores soluções. Procuramos resolver os problemas de raiz, porque estamos empenhados em provar que a eficiência nas TI aumenta o retorno dos negócios.

Sim, porque pode confiar em nós. Somos uma empresa certificada pela qualidade e isso significa que nos comprometemos com excelentes práticas. Afinal, são elas que nos trazem clientes satisfeitos e mais negócios. Além disso, o serviço de suporte técnico é coberto por um seguro tecnológico, que o protege a si e a sua empresa.

Sim, porque as nossas soluções são flexíveis e estudadas em conjunto. Convide-nos para uma reunião.


- Filipa Oitavén

7 de novembro de 2012

Novos planos de suporte da Open IT: SER à medida de cada negócio



 
serFree
É experimentar um plano gratuito por 30 dias!
A contagem inicia no dia em que é feito o 1º pedido de assistência. A qualquer momento pode ser requisitada a presença física de um consultor, sendo cobrada a deslocação do técnico.
 
Quem tem vantagens em serFree?
  • Empresas de menor dimensão que querem experimentar uma nova forma de resolver os seus problemas informáticos e reduzir custos, para serProfessional.

serProfessional
É escolher um plano que lhe garanta um suporte regular. Uma vez que compra resolução de incidentes em vez de horas, o serviço de apoio a situações de crises tem resultados garantidos – a aquisição do plano obriga a adesão a um mínimo de 5 incidentes.

Quem tem vantagens em serProfessional?
  • Empresas de menor dimensão e PME's que reconhecem a necessidade de assistência técnica e que gostaram do plano Free.

serCorporate
É subscrever um plano de suporte regular que garante o melhor funcionamento das TIC. Está a comprar assistência com crédito de horas – a aquisição do plano obriga a adesão ao mínimo de 10 horas.

Quem tem vantagens em serCorporate?
  • Empresas que reconhecem a necessidade de ter suporte técnico pelo menos 10 horas por mês.
  • Empresas que compreendem que a máxima rentabilidade das TIC aumenta o potencial dos seus negócios, por isso acreditam que as auditorias são importantes.
 
serEnterprise
É subscrever um plano de suporte regular e totalmente adaptado às necessidades da sua empresa, que garante o melhor funcionamento das TIC.

Quem tem vantagens em serEnterprise?
  • Empresas que querem desenhar o seu plano de suporte em conjunto connosco e partilhar risco.
  • Empresas que compreendem que a máxima rentabilidade das TIC aumenta o potencial dos seus negócios – acreditam que o serviço de consultoria e auditoria são mais valias na reestruturação das tecnologias.

Vale a pena ler sobre Reduzir custos na conjectura actual com soluções em Outsourcing. Depois, escolha o plano Ser à sua medida e consulte-nos. e-mail | facebook | 210 360 370