25 de janeiro de 2013

A razão de ser da palavra open




A tecnologia open source está a ganhar terreno e a tornar-se mais importante a cada ano. Cada vez mais pessoas que adoram tecnologia proeficiente preferem software open source!

Isto, por sua vez, tem facilitado o aparecimento de novos websites que caracterizam e descrevem o código fonte de programas à disposição dos utilizadores. Na sua generalidade, este conceito de abertura tornou-se de tal forma generalizado que já não prescindimos dele: assumimo-lo em muitos aspectos da nossa vida e os negócios não são excepção.

Em ordem a prosperar, as empresas têm de cumprir as normas e as tendências mais actuais. Dito de outra forma, não será de estranhar que as empresas que operam com código aberto tenham realmente mais hipóteses de sucesso do que os seus rivais, que escondem o código e as origens.

Na Open Solutions acreditamos no open source a vários níveis. Aqui segue uma reflexão sobre os nossos princípios fundamentais, inspirados do original de Alexander Mitnikov.


Fraternidade horizontal

Uma base comum de conhecimentos tornou-se um símbolo da abertura entre os vários departamentos da Open Solutions e criou um sentimento de unidade, independentemente do departamento representado por cada funcionário ou do tempo que eles trabalham em conjunto.
Temos aberto a empresa para programadores novatos mas talentosos. A transparência do sistema tornou o processo de formação de novos especialistas num pedaço do bolo. O resultado? Cada recém-chegado sentir-se à vontade instantaneamente.


Igualdade vertical

Achamos que um dos problemas internos mais infelizes com que as empresas lidam hoje é a falta de comunicação entre os gestores de topo e os trabalhadores.
Na Open Solutions orgulhamo-nos de ter um espaço de discussão onde todos podem participar e expressar a sua própria opinião sobre qualquer coisa, desde questões sérias como o diálogo aberto com um CEO para questões triviais.


O código fonte interessa mesmo!

Atingir um certo nível de colaboração interna é essencial para melhorar o desempenho geral de uma empresa, mas o problema é que isso não nos torna 'abertos' em relação ao nosso público primário. Um dos meios mais fundamentais e eficazes de estabelecer a adesão ao open source é a de revelar o código fonte ao público.
Oferecer a oportunidade ao cliente de poder gerir o código fonte do seu produto tem provado ser um estímulo para parcerias duradouras.


Sobretudo, procuramos não esquecer que a palavra open no open source não está lá por acaso!

21 de janeiro de 2013

Dar forma às novas ideias

O ser humano no seu melhor potencial está constantemente a criar novas ideias. Tem uma visão para o futuro – um mundo que ainda não existe – e o seu melhor recurso para o conseguir são os seus instintos. Os instintos permitem capitalizar as oportunidades e ter confiança para as agarrar. Como permitir que os instintos dêem vida e forma às novas ideias?


Seguir os interesses. 
 “O instinto é uma paixão disfarçada de ideia”. Quando não conseguimos tirar uma ideia da cabeça, os nossos instintos estão a dizer-nos que devemos assumi-la. Quando nos concentramos sobre as ideias que realmente nos motivam, é muito mais provável que estejamos dispostos a trabalhar para ter sucesso!

Comprometer-se totalmente.  
Os instintos têm que crescer apoiados num trabalho dedicado.
Para criar esse tipo de compromisso, o melhor é focar-mo-nos em fazer hoje o melhor que conseguimos fazer. Acreditar no nosso trabalho é meio caminho para acreditar nos instintos porque sabemos que vamos sempre encontrar formas de avançar. 

Mergulhar num mundo em torno da nossa ideia.
A melhor forma de tornar os instintos em escolhas mais fundamentadas e de adquirir motivação é investir em assuntos ou grupos que lhes digam respeito. As nossas mentes focadas vão absorver todo esse conhecimento com muito pouco esforço. 

Ignorar as regras.
Os que confiam nos seus instintos são os que estabelecem as novas regras – os que antecipam e resolvem os problemas de amanhã. Todas as regras que existem foram resultado de instintos anteriores ao estado das coisas. Quando vamos contras as tendências, a probabilidade de falharmos é sempre mais elevada. Mas quando isso acontece é um sinal de que temos de aprimorar os nossos instintos...

Permitir que as ideias se alterem.
Quando actuamos sobre os nossos instintos, devemos ser flexíveis no que toca à sua implementação. O instinto básico permanece o mesmo, mas a ideia muda e evolui. Não fique agarrado às ideias sem lhes dar liberdade para se irem adaptando a novos estímulos.

Os votos para esta semana: bons negócios e melhores ideias!

17 de janeiro de 2013

4 formas de tirar partido da nova lei de facturação electrónica


O estado português, movido pela necessidade cada vez mais premente de controlar a fuga aos impostos e a economia paralela, aprovou um conjunto de alterações legislativas que promovem a adopção da desmaterialização da troca de documentos entre empresas.

As empresas não tem muitas alternativas se querem manter a competitividade: vão ter de reformular os seus mecanismos e tornar a facturação electrónica.

Contudo, este cenário não é necessariamente nocivo. Reflectimos sobre as 4 formas da sua empresa tirar partido desta nova realidade:

1. Ter uma solução de facturação electrónica é ter mais rentabilidade.

A rentabilidade de uma empresa está intimamente ligada com a relação entre o custo administrativo e o custo produtivo. A emissão automática e integrada de facturas vai reduzir os erros indissociáveis dos processos manuais de facturação. Automatizar e melhorar o processo de contabilização é melhorar a rentabilidade dos negócios.

2. Ter uma solução de facturação electrónica é ter um lugar na primeira fila.

O principal objectivo da Autoridade Tributária é controlar, de forma cada vez mais efectiva, a actividade económica das empresas. Nesse sentido é natural que as empresas que adoptem práticas de comunicação das suas actividades sejam premiadas com, por exemplo, o reembolso mais rápido do IVA ou outros benefícios fiscais.

A nova lei é uma oportunidade para que as empresas que usam mecanismos de facturação electrónica caminhem para essas práticas de comunicação. E isto deixa-as na primeira linha para terem acesso aos benefícios. 

3. Ter uma solução de facturação electrónica é ter acesso a um mercado mais global.

A problemática do controlo das trocas comerciais entre os países membros da União Europeia, ou mesmo entre outros países fora do espaço europeu, assume um papel cada vez mais relevante. As empresas com processos de facturação electrónica estão a inovar em processos e credibilidade e podem considerar-se mais perto de novos mercados.

4. Última, mas não menos importante: Ter uma solução de facturação electrónica é poder usar o OpenERP!

O OpenERP é uma plataforma completa e integrada de aplicações que respondem a todas as necessidades de uma organização.

O OpenERP é um software livre (sem custos de licenciamento) e reduz significativamente o custo final de aquisição. É disponibilizado online através da OpenERP, de Parceiros ou soluções locais instaladas nos servidores do cliente. A Open Solutions é parceira da Multibase, uma das duas empresas portuguesas com certificação na plataforma OpenERP. Juntos, acreditamos ser uma das suas melhores escolhas.

E na sua empresa, ninguém acredita que a tecnologia pode simplificar a vida?

4 de janeiro de 2013

O que é o que Projecto Colibri tem a dizer sobre as mudanças na Facturação para 2013?

O Governo aprovou recentemente a reforma do regime de facturação, que entrará em vigor a partir do início de 2013. Esta reforma altera o código do IVA, ao tornar obrigatório passar factura na generalidade da aquisição de bens e prestação de serviços de forma automatizada.

É natural que a questão comece a surgir: O prestador do serviço tem um software à medida, ajustado à necessidade do seu negócio?

 http://pplware.sapo.pt/wp-content/images2009/imagem_projecto_colibri503_00_small.jpg


Excelente desempenho e qualidade de informação contabilística
O Projecto Colibri, na sua nova versão RCP 7, uma versão funcional, certificada e apta aos mais elaborados desafios, está preparado para responder às novas exigências da reforma do Regime de Facturação. Mas, burocracias aborrecidas à parte, traz novidades que o sobem a um patamar de destaque em termos de inovação
 
Uma medida não serve a todos.
O cliente pode ter um software gratuito se for essa a sua necessidade. É possível obter o software de forma gratuita e entregar a responsabilidade da sua parametrização a outra empresa.

Depois existe a versão para as PME’s. Desenhada para servir à medida, pretende maximizar os resultados obtidos em função das necessidades de cada negócio. Neste caso, é importante contar com uma equipa sensível e dedicada às questões funcionais para que obtenha o máximo retorno.

A mesma medida não deve servir em momentos diferentes.
O mercado procura cada vez mais a flexibilidade de estruturas. Isto porque as empresas precisam cada vez mais de soluções dinâmicas, que se actualizem na mesma medida que as tendências produtivas e que acompanhe a evolução. A nova versão do Colibri coloca nas mãos dos programadores um plano de desenvolvimento com acesso a todas as funcionalidades do projecto!

Em muitos casos, os elevados valores dos softwares de gestão comercial não se justificam na aquisição de soluções desproporcionais! Uma solução desproporcional vem com funcionalidades deslocadas e não se resume às vantagens que são realmente importantes.

A Open Solutions é parceira do Projecto Colibri. O que significa que adquirimos formação, experiência e know-how: sabemos do que falamos! Consulte-nos antes de comprar uma solução de gestão comercial.

opensolutions.pt/solucoes/projecto-colibri

2 de janeiro de 2013

A vida empresarial é como andar de bicicleta...

Ter sempre alguma coisa a que nos dedicarmos a seguir é mais do que importante: é absolutamente essencial, pois significa que ainda há uma razão para continuarmos a existir.

Quem tiver um mínimo de entusiasmo ou interesse em fazer coisas tem futuro.
E o que se diz das pessoas, aplica-se às empresas.

A reflexão é de Joaquim Lorente, no seu 'Pensa, é grátis:

"O tempo preenchido sem o mínimo de gratificação é um tempo que nos faz mal. E, na vida, é inevitável passar por algumas dificuldades, mas aceitar que os nossos dias se convertam numa soma infindável de incúrias, insastisfações e tempos mortos é o caminho que conduz directamente à decepção, a antecâmara do "não há mais nada a fazer".

Felizmente, a diversidade de meios materiais, físicos, intelectuais e espirituais à nossa disposição é desconcertante. Viver de forma intensa não chega sequer para tocar de leve 1% do que a existência nos oferece; ao fazê-lo, ligamo-nos à vida, da qual provém a energia.

No mundo empresarial, a melhor definição foi-me dada por um persistente e pragmático coleccionador de futuros, o empresário José Manuel Lara: "Joaquim, a vida empresarial é como andar de bicicleta: tem de se estar sempre a pedalar. Se paras, cais."

Na Open Solutions não vamos de parar de pedalar em 2013.

14 de dezembro de 2012

Como a presença online pode apoiar a internacionalização do meu negócio ou - porque devo mesmo preocupar-me com a presença online do meu negócio?


“Today you are not behind your competition. You are not behind the technology. You are behind your consumer.”
Rishad Tobaccowala, Chief Strategy & Innovation Officer , VivaKi


A ACL está a levar a cabo uma iniciativa apelidada de Boas Práticas à Sexta-feira. O tema de hoje: A presença online pode apoiar a internacionalização do meu negócio?

Disso acabou por ter muito pouco, ainda que por pouco, não se deva entender inútil. Entretanto, ficaram três reflexões que todos conhecemos e esquecemos porque são verdades desconfortáveis:

1. Crisis is business as usual.
Todos os gestores deviam olhar para os negócios como se estivessem permanentemente a ser desafiados pela proximidade da sua extinção...

2. O modelo tradicional de marketing foi destruído.
No novo modelo o cliente-consumidor procura validar online toda a informação, o que inclui, logicamente validar a nossa reputação.

3. Os clientes sabem sempre mais do que nós. 
Enquanto consumidores interessados em usufruir do melhor negócio possível eles têm tanta informação quanto a que quiserem. E isto porque a informação está disponível como nunca esteve antes(!), o que torna legítimo que não se limitem a ouvir o que temos a dizer sobre o que fazemos – hoje os clientes vão além disso: procuram sobre nós, comentam-nos e provavelmente conhecem melhor do que nós todas as alternativas e todos os motivos para não escolherem o nosso produto.

Reflexões para o fim de semana...

-- Filipa Oitavén

6 de dezembro de 2012

Tudo o que um gestor de projectos deve fazer melhor

 
Os mentores do LibrePlan perceberam exactamente onde é que as outras aplicações de gestão de projectos falhavam. Vejamos:

Primeiro, é um erro considerar os projectos isoladamente. Existem dependências entre eles, nem que sejam os recursos alocados a vários projectos ao mesmo tempo.

Segundo, ser responsável de projecto pode ser terrivelmente aborrecido e absorvente e, na maior parte dos casos, é-o efectivamente... Nas ferramentas tradicionais toda a distribuição do trabalho está centrada o gestor, que tem de perder tempo a verificar e inserir informação continuamente.


Partindo destes dois pressupostos fundamentais, projectaram uma ferramenta que, ao contrário das ferramentas tradicionais que os gestores possam ter experimentado, a) liberta efectivamente os responsáveis de projecto das tarefas rotineiras e consumidoras de energia e b) põem os projectos a relacionarem-se como parte de um todo comum de forma a que estes podem ser percepcionados e geridos como tal.


O resultado?

Para além de um aspecto gráfico espectacular, o LibrePlan ganha terreno em funcionalidades e permite efectivamente seguir e agir sobre toda a informação dos projectos em tempo real e com menor esforço. Em resumo, faz tudo o que um gestor de projectos deve fazer melhor: é um facilitador de projectos.

--
A Open Solutions anda em cima dos acontecimentos! Uma nova versão do LibrePlan foi anunciada a semana passada. Os detalhes da nova versão podem ser admirados aqui.


28 de novembro de 2012

A incerteza económica tem de significar a estagnação dos negócios?

Quais os nossos desafios este mês? Até ao final do ano, as empresas devem conseguir equilibrar a balança. O mercado deixou de absorver novos negócios e a resposta mais demorada faz-se pesar no crescimento e nos lucros. Vêem-se a braços com a incontornável questão: reduzir despesas e aumentar a rentabilidade – como se faz?

Cada empresa tem de se focar na contenção de custos internos e nas suas zonas de ineficiência. Os custos financeiros arcados pelas empresas, no que toca à manutenção das suas estruturas informáticas, são perpetuados durante anos e surgem como uma área interessante de reflexão para os gestores. Devem ser procuradas novas ideias e soluções. Devem ser considerados novos paradigmas.

Qual é o paradigma que lhe propomos considerar hoje? Um serviço de suporte técnico contratado externamente, mesmo para empresas com serviços internos. Perceba porquê.

Devo considerar ir buscar lá fora os recursos que já tenho na minha empresa?”

Sim, se uma das suas prioridades for reduzir custos. A Open IT pode assegurar e substituir os serviços internos de suporte às tecnologias de informação e absorver os recursos humanos alocados a essa área da empresa.

Sim, porque vai manter ou mesmo melhorar a qualidade dos serviços e o tempo de resposta às situações. Os nossos técnicos de suporte nunca fizeram outra coisa! E fazem-na bem porque se formam todos os dias, nos ambientes mais diversos e a resolver problemas novos. Imagine a quantidade de situações que já lhes passaram pelas mãos. Contratando os nossos serviços de suporte, transferimos know-how à sua empresa.

Sim, se quero deixar de me preocupar com os meus sistemas informáticos. Somos consultores e sabemos identificar as melhores soluções. Procuramos resolver os problemas de raiz, porque estamos empenhados em provar que a eficiência nas TI aumenta o retorno dos negócios.

Sim, porque pode confiar em nós. Somos uma empresa certificada pela qualidade e isso significa que nos comprometemos com excelentes práticas. Afinal, são elas que nos trazem clientes satisfeitos e mais negócios. Além disso, o serviço de suporte técnico é coberto por um seguro tecnológico, que o protege a si e a sua empresa.

Sim, porque as nossas soluções são flexíveis e estudadas em conjunto. Convide-nos para uma reunião.


- Filipa Oitavén

7 de novembro de 2012

Novos planos de suporte da Open IT: SER à medida de cada negócio



 
serFree
É experimentar um plano gratuito por 30 dias!
A contagem inicia no dia em que é feito o 1º pedido de assistência. A qualquer momento pode ser requisitada a presença física de um consultor, sendo cobrada a deslocação do técnico.
 
Quem tem vantagens em serFree?
  • Empresas de menor dimensão que querem experimentar uma nova forma de resolver os seus problemas informáticos e reduzir custos, para serProfessional.

serProfessional
É escolher um plano que lhe garanta um suporte regular. Uma vez que compra resolução de incidentes em vez de horas, o serviço de apoio a situações de crises tem resultados garantidos – a aquisição do plano obriga a adesão a um mínimo de 5 incidentes.

Quem tem vantagens em serProfessional?
  • Empresas de menor dimensão e PME's que reconhecem a necessidade de assistência técnica e que gostaram do plano Free.

serCorporate
É subscrever um plano de suporte regular que garante o melhor funcionamento das TIC. Está a comprar assistência com crédito de horas – a aquisição do plano obriga a adesão ao mínimo de 10 horas.

Quem tem vantagens em serCorporate?
  • Empresas que reconhecem a necessidade de ter suporte técnico pelo menos 10 horas por mês.
  • Empresas que compreendem que a máxima rentabilidade das TIC aumenta o potencial dos seus negócios, por isso acreditam que as auditorias são importantes.
 
serEnterprise
É subscrever um plano de suporte regular e totalmente adaptado às necessidades da sua empresa, que garante o melhor funcionamento das TIC.

Quem tem vantagens em serEnterprise?
  • Empresas que querem desenhar o seu plano de suporte em conjunto connosco e partilhar risco.
  • Empresas que compreendem que a máxima rentabilidade das TIC aumenta o potencial dos seus negócios – acreditam que o serviço de consultoria e auditoria são mais valias na reestruturação das tecnologias.

Vale a pena ler sobre Reduzir custos na conjectura actual com soluções em Outsourcing. Depois, escolha o plano Ser à sua medida e consulte-nos. e-mail | facebook | 210 360 370

5 de novembro de 2012

Elástica e ágil? Desmistificar as vantagens da Cloud

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A ordem natural das coisas, à medida que as empresas crescem, é aumentarem os gastos com softwares e outras tecnologias da informação, associados aos gastos com infraestrutura e recursos humanos para gerir e oferecer a manutenção a essas infraestruturas. A opção Cloud abre as portas a uma nova ordem:

Ao contratar um hardware, software ou plataforma na cloud, o utilizador não faz qualquer investimento inicial em infraestrutura ou licenças, as quais são totalmente geridas pelo fornecedor do serviço. De igual forma, todo o processo de manutenção e actualização das soluções fica sob a responsabilidade do fornecedor. O cliente paga apenas um valor mensal pela utilização dos recursos contratados.
Vantagem 1: Controlo de custos 

A cloud é elástica. O conceito de cloud permite que ao utilizador aumentar ou reduzir a quantidade de recursos contratados, de forma simples, sem a necessidade de alterar os termos do contrato. Esta possibilidade é ainda mais atraente para empresas que trabalham em negócios com picos sazonais.
Vantagem 2: opções escaláveis de armazenamento 

A cloud trás agilidade. Para novos projectos, que exijam uma rápida implementação, a cloud computing torna-se uma solução muito atractiva. Isso porque, em pouquíssimo tempo, é possível reunir a infraestrutura necessária para por em andamento um novo projecto, sem preocupações com a compra de hardware e software, implementação e manutenção.
Vantagem 3: Facilidade de implementação = rapidez para por 'tudo a funcionar'. 

Ao transferir a responsabilidade pela manutenção de parte dos recursos de tecnologia para os fornecedores de cloud computing, as equipas de TI conseguem ver-se libertas de actividades burocráticas e que consomem tempo, para se dedicarem a projectos estratégicos.
Vantagem 4: Simplificação na gestão de TI = mais tempo para dedicar ao negócio

Os serviços na cloud são acessíveis pela internet e permitem que os utilizadores utilizem os recursos de TI em qualquer lugar. Isto é especialmente interessante para empresas que têm profissionais dispersos geograficamente ou que passam muito tempo fora do escritório.
Vantagem 5: Facilidade de acesso remoto

Uma das pressões cada vez mais frequentes na área de TI é a redução de custos. E os data centers, especificamente, são uma importante fonte de despesas. Assim, ao transferir os serviços para a cloud, é possível cortar nos gastos com a energia e a manutenção dos centros de processamento de dados. Por outro lado, é uma escolha que constrói uma política de TIC mais ecológica.
Vantagem 6: Economia de energia

Consulte-nos para estudarmos em conjunto a forma como a Cloud pode concretizar estas vantagens no seu negócio. e-mail | facebook | 210 360 370


- Filipa Oitavén 

18 de outubro de 2012

Reduzir custos na conjectura actual

A conjectura actual e a consequente necessidade de reduzir custos abre definitivamente o caminho às soluções open source, que entretanto ganharam em maturidade e oferecem cada vez mais argumentos a quem quer rentabilizar as TIC.

Nos últimos anos, a evolução dos mercados em resposta à crise económica teve um papel fundamental na evolução do interesse pela tecnologia open source. No entanto, é preciso dar o respectivo mérito ao sector que tem vindo a consolidar-se numa oferta cada vez mais madura, estável e diversificada. 


O software open source é uma opção segura para quem deseja manter os standards de qualidade mas quer baixar preços.
 

Não só pelo tipo de licenciamento em si, mas pelas funcionalidades e qualidades das aplicações existentes, em comparação com as soluções ditas proprietárias, o software open source é muito mais eficiente no ROI, principalmente a médio e longo prazo, dado a sua grande flexibilidade e as capacidades de adaptação e integração com outros sistemas. Além disso, as empresas ganham em autonomia porque se tornam independentes do fornecedor de serviços.

A Open Solutions reconhece que, no cenário actual, as empresas têm obviamente mais dificuldade em avançar na hora de fazer investimentos. É por isso que apresenta às empresas três soluções que trazem um valor francamente acrescentado para os clientes, ao permitir-lhes evoluir ou manter os seus sistemas de informação e comunicação sem incorrerem em custos absurdos.

Conheça-as:

Migração para open source | Integração de aplicações | Outsourcing às TIC

Acredita que podemos trabalhar em conjunto para rentabilizar recursos e reduzir custos?
Consulte-nos. e-mail | facebook | 210 360 370


- Filipa Oitavén

9 de outubro de 2012

A incerteza económica significa a estagnação dos negócios? - parte III

Até ao final do ano, as empresas devem conseguir contornar a estagnação do mercado que deixou de absorver novos investimentos. Quando aumentar a rentabilidade deixa de passar pelo ideal aumento do volume de negócios, é chegada a hora de reduzir despesas.

A Open Solutions insiste em divulgar novos paradigmas para a contenção de custos internos, porque entendemos que optimização de recursos no que toca aos sistemas de informação tem de ser pensada em pé de igualdade com outras áreas para a concretização da rentabilização do negócio.

Os custos financeiros arcados pelas empresas, no que toca à manutenção das suas estruturas informáticas, são perpetuados durante anos e surgem como uma área interessante de reflexão para os gestores. Devem ser procuradas novas ideias e soluções.


Porque devo considerar migrar os softwares da sua empresa para open source?
Mantemo-nos a par das tendências do mercado – elas são definidas em função das necessidades e representam a adaptação das empresas à realidade de cada momento. São elas que fazem os vencedores.

A notícia recente de que a companhia de Seguros Tranquilidade SA com uma postura inovadora consegue levar a cabo uma iniciativa tecnológica exemplar: migrou para desktop Linux os 750 trabalhadores e conseguiu assim uma redução de custos anuais em 80% por posto de trabalho.


A migração para open source é uma opção favorável quando chega a hora de reduzir os custos com as Tecnologias de Informação.
  • Ausência de licenciamento - o cliente torna-se proprietário da solução.
  • Ganho em funcionalidades - o software adapta-se à sua empresa e não o inverso;
  • Acesso ao código fonte - trabalhar com código aberto facilita qualquer alteração;
  • Mais inovação e segurança - as soluções evoluem rapidamente apoiadas em comunidades criativas a nível mundial;
  • Mais independência - total autonomia do fornecedor após a compra e liberdade na escolha do serviço de suporte.

A Open Solutions como parceira
Porque a nossa postura é transparente e nos comprometemos com os resultados.
Na Open Solutions os profissionais responsáveis pelos projectos open source, possuem a maturidade e os conhecimentos necessários para garantir a qualidade das soluções que desenvolvem e implementam. O projecto de migração do sistema de informação é elaborado com um custo fixo e com prazos bem definidos.
  • Analisamos detalhadamente os requisitos e expectativas e apresentamos uma proposta inteligente;
  • Asseguramos a integridade das cópias de segurança do sistema actual;
  • Temos a preocupação de realizar a migração do sistema em períodos que afectem ao mínimo o funcionamento da empresa;
  • Testamos e avaliamos a integridade do sistema;
  • E, depois, a sua empresa pode desfrutar dos ganhos de suporte, sempre que dele necessite.

Consulte-nos. e-mail | facebook | 210 360 370


- Filipa Oitavén

4 de outubro de 2012

Saber gerir as tecnologias de informação é mais importante do que comprar todas as tecnologias

A diferença competitiva entre as empresas reside mais na forma como estas gerem as suas Tecnologias de Informação (TI) do que nas diferenças tecnológicas propriamente ditas. As tecnologias disponíveis ficam em segundo plano, hoje voltamos o foco para as estratégias de TI.

Integrar aplicações – para quê?
A arquitectura de um software é um dos principais pontos a ter em conta na hora de obter ganhos efectivos em agilidade e eficiência, tanto na manutenção como na evolução dos sistemas corporativos. Os benefícios que se obtém de uma arquitectura de software bem pensada devem, por si só, ser motivação para se considerar a integração de aplicações como uma vantagem estratégica.

As típicas limitações dos sistemas de informação obsoletos têm levado as empresas a procurar a Integração de aplicações e Sistemas em interfaces web de forma a reduzir custos na sua manutenção e suporte. Desta forma, conseguem eliminar as restrições ao desenvolvimento de novas funcionalidades, assim como a necessidade de plataformas com alto custo de manutenção e a dificuldade de manter as equipas de desenvolvimento e suporte.

As vantagens para as empresas:
 
1. Investimento com retorno imediato. Redução dos custos gerais de infra-estrutura de TI, incluindo o suporte aos processos e os ganhos efectivos dessa implantação.

2. Mais produtividade. A transição dos processos é facilitada. A integração entre todas as aplicações elimina as restrições de TI, com o que se consegue a flexibilidade necessária para desenhar processos empresariais sem limites entre áreas e departamentos.

3. Optimização dos sistemas e evolução facilitada.


A Open Solutions como parceira
Na Open Solutions oferecemos diferentes soluções para a modernização de sistemas, desenvolvendo projectos de integração para o aumento da sua competitividade, a custos altamente satisfatórios. Estamos preocupados com os resultados, por isso compromete-mo-nos com as questões funcionais.

Seguimos as melhores práticas na integração de aplicações:
  • Temos em consideração a integração com os sistemas obsoletos para facilitar manutenções futuras;
  • Definir um padrão na forma de trabalho das interfaces, promovendo a reutilização das mesmas;
  • Minimizar o número de camadas entre as aplicações e plataformas reduzindo assim as hipóteses de ocorrerem erros ou falhas;
  • A redução de camadas promove também uma melhor performance durante o processo de troca de dados entre aplicações. 

Se despertámos o seu interesse e pretende saber como dinamizar a sua estratégia de gestão das TIC e com isso reduzir custos, consulte-nos através de info@opensolutions.pt ou na página do facebook facebook.com/opensolutions

- Filipa Oitavén

3 de outubro de 2012

John Wooden numa TED talk inspiradora, fala-nos sobre a diferença entre vencer e o sucesso.

"Success is peace of mind which is a direct result of self-satisfaction in knowing you did your best to become the best you are capable of becoming." - John Wooden




- Filipa Oitavén

1 de outubro de 2012

Há uma revolução na gestão de projectos

"Pensa-se hoje na revolução, não como maneira de se solucionarem problemas postos pela actualidade, mas como um milagre que nos dispensa de resolver problemas." (Simone Weil)

Vemos a gestão de um projecto como um esforço pontual na direcção de um resultado ambicionado: pensamos que deve ser cuidadosamente planeada para ser bem sucedida. Mas também pensamos que esta gestão não precisa de ser um processo complexo e, por isso, estamos empenhados em levar até si uma excelente solução para a gestão diária de tarefas e pessoas: o LibrePlan.

Foi pensado e desenhado na Galiza, com um objectivo muito específico: gerir os projectos das empresas do sector Naval. O sucesso foi de tal forma que, agora se estende a todos os sectores e áreas de negócio.

Porque preciso de uma ferramenta para gerir os meus projectos?
  • Gerir recursos. Configurar os recursos que tem disponíveis: associar recursos a utilizadores, atribuir-lhes skills e configurar calendários para distribuir tarefas segundo a proficiência de cada um.
  • Planear. Criar um projecto e representá-lo de forma gráfica e intuitiva: definir actividades e tempos para elas, alocar recursos, poupar tempo na construção de projectos a partir de templates e tarefas pré-existentes.
  • Monitorizar e controlar. Monitorizar e adaptar os seus projectos de forma natural e integrada.
  • Seguir os dados. Mensurar o progresso e calcular os custos associados a ele e seguir o número de horas despendidas, através de folhas de controlo mensais.
  • Conectar. Partilhar a informação entre as diferentes ferramentas da empresa facilmente.
 
As cinco razões que fazem do LibrePlan o gestor de projectos que vai revolucionar a forma como trabalha:

1. Solução open source
O LibrePlan é software livre e altamente customizável.

2. Colaborativo e web based
Toda a equipa é parte do planeamento do projecto e deve ter acesso a ele. Com o LibrePlan este acesso pode ser feito a partir de qualquer lugar. Além disso, o processo funciona por permissões e é possível configurar papéis aos utilizadores consoante a sua posição na empresa. 

3. Colaborar com outras empresas
As empresas não estão isoladas umas das outras. Muitas vezes colaboram entre si para entregarem um projecto a tempo. O LibrePlan permite partilhar planos entre empresas. 

4. Planeamento em tempo real
Conhecer o estado diário da execução de cada projecto é uma preocupação do gestor. O LibrePlan permite seguir toda a informação sobre os projectos em tempo real e menos esforço. Esta é uma melhoria significativa, face às tradicionais ferramentas de gestão de projectos, nas quais toda a distribuição do trabalho está centrada o gestor, que tem de perder tempo a inserir informação continuamente. 

5. Foco em todos os projectos
É um erro considerar os projectos isoladamente: existem dependências entre eles, nem que sejam os recursos alocados a vários projectos ao mesmo tempo. O LibrePlan foi desenhado tendo em conta a gestão da empresa como um todo.

E, ainda um conjunto de características:
  • Antecipar os prazos e terminar os projectos dentro do prazo.
  • Saber se os recursos internos são suficientes ou se é preciso contratá-los externamente.
  • Acompanhar o tempo que os seus colaboradores podem dedicar a cada projecto e contemplá-lo no planeamento.
  • Saber quanto custam os seus projectos.
  • Garantir a qualidade.
  • Mensurar o progresso e adaptar o planeamento até ao final da execução do projecto.
    E muitas mais ... Consulte-nos!


- Filipa Oitavén