A Open Solutions associa-se esta quinta-feira à iniciativa original do "Out of Office Day"!
Acreditamos que uma maior flexibilidade laboral estimula a criatividade
e o envolvimento dos nossos colaboradores e, por isso, tem um impacto
feliz na produtividade e na qualidade de vida!
Vamos entusiasmar-nos a trabalhar fora do escritório - em casa, do café, no jardim ou a partir de qualquer outro lugar.
Quem se junta a nós - e a isto?
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4 de março de 2013
8 de fevereiro de 2013
O que o Open Source pode fazer para mitigar o Orçamento do Estado para 2013?
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actualidade,
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open source,
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vantagens
Por Raul Oliveira, Diretor GerDl da IPBRICK
A Troika tem insistido junto do nosso Governo, desde que nos emprestou dinheiro em meados de 2011, para este reduzir o défice público, equilibrar a balança comercial (aumentando as exportações e reduzindo as importações). É, portanto, claro que o Governo também tem que potenciar o crescimento económico e, sem dúvida, promover a criação de empregos. Apesar de que, nestes dois últimos aspectos, a Troika não se ter concentrado muito em discutir ou sugerir medidas que os promovam efetivamente.
Dir-se-á que também não é fácil conseguir que, de uma vez só, alguém possa encontrar receitas milagrosas que incidam sobre estes quatro eixos da economia, produzindo efeitos positivos em todos eles de forma simultânea: défice, balança comercial, crescimento do PIB e criação de emprego. Uma medida que fosse tomada e que tivesse um efeito positivo nestes quatro eixos, teria que reduzir a despesa, reduzir as importações, aumentar o PIB (aumentar a receita) e criar postos de trabalho.
Em nosso entender as tecnologias Open Source têm efetivamente efeitos positivos sobre esses quatro eixos. Senão vejamos:
Portanto a resposta à pergunta "O que o Open Source pode fazer para mitigar o Orçamento do Estado para 2013?" a resposta é MUITO, e a compreensão da resposta ainda mostra e prova que as tecnologias Open Source são claramente uma das soluções milagrosas para uma economia como a Portuguesa.
Claro que somos um país pequeno, e por isso podemos ter uma concorrência feroz no que diz respeito à criação de soluções de valor acrescentado com potencial de exportação.
Mas o Open Source e a Internet que o promove e sustenta comparam-se facilmente com a de Navegar nos Oceanos e, há 500 anos atrás, este povo pequeno (eramos cerca de 500.000 pessoas) conquistou o mundo.
Hoje, se o nosso Governo se adiantar à Troika pela positiva (e claramente que o pode e deve fazer), podemos também almejar em criar um pólo importante de Open Source mundial, e voltarmos a replicar os feitos das Grandes Descobertas do século XV.
A Troika tem insistido junto do nosso Governo, desde que nos emprestou dinheiro em meados de 2011, para este reduzir o défice público, equilibrar a balança comercial (aumentando as exportações e reduzindo as importações). É, portanto, claro que o Governo também tem que potenciar o crescimento económico e, sem dúvida, promover a criação de empregos. Apesar de que, nestes dois últimos aspectos, a Troika não se ter concentrado muito em discutir ou sugerir medidas que os promovam efetivamente.
Dir-se-á que também não é fácil conseguir que, de uma vez só, alguém possa encontrar receitas milagrosas que incidam sobre estes quatro eixos da economia, produzindo efeitos positivos em todos eles de forma simultânea: défice, balança comercial, crescimento do PIB e criação de emprego. Uma medida que fosse tomada e que tivesse um efeito positivo nestes quatro eixos, teria que reduzir a despesa, reduzir as importações, aumentar o PIB (aumentar a receita) e criar postos de trabalho.
Em nosso entender as tecnologias Open Source têm efetivamente efeitos positivos sobre esses quatro eixos. Senão vejamos:
- quando se instala uma solução Open Source ela é sempre mais barata que as soluções comerciais tradicionais (o Open Souce até já tem também soluções comerciais, devidamente testadas e validadas em clientes finais), portanto reduz a despesa;
- as soluções Open Source, na sua esmagadora maioria, substituem soluções internacionais, portanto reduzem fortemente as importações de tecnologia e em consequência melhoram a balança comercial.
- as soluções Open Source são intensivas em mão de obra qualificada, resultam na reconversão de produtos importados por serviços prestados em Portugal, portanto claramente aumentam a produção nacional (PIB), e conduzem assim a um crescimento económico;
- os serviços necessários para as soluções Open Source que vêm substituir produtos internacionais, precisam de muita mão-de-obra, portanto acabam por criar emprego altamente qualificado;
- aumentando o emprego e gerando crescimento, temos aqui claramente outra forma de reduzir défice por aumento da receita (impostos diretos sobre o trabalho sob a forma de IRS, e sobre o lucro da atividade económica baseada em serviços IRC).
- não bastasse os quatro milagres acima enunciados, ainda pode resultar do crescimento da atividade baseada em tecnologias Open Source o aparecimento de novas soluções de valor acrescentado, que possam elas próprias ser exportadas, provocando também uma melhoria da balança comercial, agora pelo crescimento das exportações.
Portanto a resposta à pergunta "O que o Open Source pode fazer para mitigar o Orçamento do Estado para 2013?" a resposta é MUITO, e a compreensão da resposta ainda mostra e prova que as tecnologias Open Source são claramente uma das soluções milagrosas para uma economia como a Portuguesa.
Claro que somos um país pequeno, e por isso podemos ter uma concorrência feroz no que diz respeito à criação de soluções de valor acrescentado com potencial de exportação.
Mas o Open Source e a Internet que o promove e sustenta comparam-se facilmente com a de Navegar nos Oceanos e, há 500 anos atrás, este povo pequeno (eramos cerca de 500.000 pessoas) conquistou o mundo.
Hoje, se o nosso Governo se adiantar à Troika pela positiva (e claramente que o pode e deve fazer), podemos também almejar em criar um pólo importante de Open Source mundial, e voltarmos a replicar os feitos das Grandes Descobertas do século XV.
21 de janeiro de 2013
Dar forma às novas ideias
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O
ser humano no seu melhor potencial está constantemente a criar novas
ideias. Tem uma visão para o futuro – um mundo que ainda não
existe – e o seu melhor recurso para o conseguir são os seus
instintos. Os instintos permitem capitalizar as oportunidades e ter
confiança para as agarrar. Como permitir que os instintos dêem vida e forma às novas ideias?
Comprometer-se totalmente.
Os instintos têm que crescer apoiados num trabalho dedicado.
Para criar esse tipo de compromisso, o melhor é focar-mo-nos em fazer hoje o melhor que conseguimos fazer. Acreditar no nosso trabalho é meio caminho para acreditar nos instintos porque sabemos que vamos sempre encontrar formas de avançar.
Mergulhar num mundo em torno da nossa ideia.
A melhor forma de tornar os instintos em escolhas mais fundamentadas e de adquirir motivação é investir em assuntos ou grupos que lhes digam respeito. As nossas mentes focadas vão absorver todo esse conhecimento com muito pouco esforço.
Ignorar as regras.
Os que confiam nos seus instintos são os que estabelecem as novas regras – os que antecipam e resolvem os problemas de amanhã. Todas as regras que existem foram resultado de instintos anteriores ao estado das coisas. Quando vamos contras as tendências, a probabilidade de falharmos é sempre mais elevada. Mas quando isso acontece é um sinal de que temos de aprimorar os nossos instintos...
Permitir que as ideias se alterem.
Quando actuamos sobre os nossos instintos, devemos ser flexíveis no que toca à sua implementação. O instinto básico permanece o mesmo, mas a ideia muda e evolui. Não fique agarrado às ideias sem lhes dar liberdade para se irem adaptando a novos estímulos.
Os votos para esta semana: bons negócios e melhores ideias!
Seguir
os interesses.
“O instinto é uma paixão disfarçada de ideia”. Quando não
conseguimos tirar uma ideia da cabeça, os nossos instintos estão a
dizer-nos que devemos assumi-la. Quando nos concentramos sobre as
ideias que realmente nos motivam, é muito mais provável que
estejamos dispostos a trabalhar para ter sucesso!
Comprometer-se totalmente.
Os instintos têm que crescer apoiados num trabalho dedicado.
Para criar esse tipo de compromisso, o melhor é focar-mo-nos em fazer hoje o melhor que conseguimos fazer. Acreditar no nosso trabalho é meio caminho para acreditar nos instintos porque sabemos que vamos sempre encontrar formas de avançar.
Mergulhar num mundo em torno da nossa ideia.
A melhor forma de tornar os instintos em escolhas mais fundamentadas e de adquirir motivação é investir em assuntos ou grupos que lhes digam respeito. As nossas mentes focadas vão absorver todo esse conhecimento com muito pouco esforço.
Ignorar as regras.
Os que confiam nos seus instintos são os que estabelecem as novas regras – os que antecipam e resolvem os problemas de amanhã. Todas as regras que existem foram resultado de instintos anteriores ao estado das coisas. Quando vamos contras as tendências, a probabilidade de falharmos é sempre mais elevada. Mas quando isso acontece é um sinal de que temos de aprimorar os nossos instintos...
Permitir que as ideias se alterem.
Quando actuamos sobre os nossos instintos, devemos ser flexíveis no que toca à sua implementação. O instinto básico permanece o mesmo, mas a ideia muda e evolui. Não fique agarrado às ideias sem lhes dar liberdade para se irem adaptando a novos estímulos.
Os votos para esta semana: bons negócios e melhores ideias!
17 de janeiro de 2013
4 formas de tirar partido da nova lei de facturação electrónica
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O
estado português, movido pela necessidade cada vez mais premente de
controlar a fuga aos impostos e a economia paralela, aprovou um
conjunto de alterações legislativas que promovem a adopção da
desmaterialização da troca de documentos entre empresas.
As empresas não tem muitas alternativas se querem manter a competitividade: vão ter de reformular os seus mecanismos e tornar a facturação electrónica.
Contudo, este cenário não é necessariamente nocivo. Reflectimos sobre as 4 formas da sua empresa tirar partido desta nova realidade:
1.
Ter uma solução de facturação electrónica é ter mais
rentabilidade.
A rentabilidade de uma empresa está intimamente ligada com a relação entre o custo administrativo e o custo produtivo. A emissão automática e integrada de facturas vai reduzir os erros indissociáveis dos processos manuais de facturação. Automatizar e melhorar o processo de contabilização é melhorar a rentabilidade dos negócios.
2. Ter uma solução de facturação electrónica é ter um lugar na primeira fila.
O principal objectivo da Autoridade Tributária é controlar, de forma cada vez mais efectiva, a actividade económica das empresas. Nesse sentido é natural que as empresas que adoptem práticas de comunicação das suas actividades sejam premiadas com, por exemplo, o reembolso mais rápido do IVA ou outros benefícios fiscais.
A nova lei é uma oportunidade para que as empresas que usam mecanismos de facturação electrónica caminhem para essas práticas de comunicação. E isto deixa-as na primeira linha para terem acesso aos benefícios.
3. Ter uma solução de facturação electrónica é ter acesso a um mercado mais global.
A problemática do controlo das trocas comerciais entre os países membros da União Europeia, ou mesmo entre outros países fora do espaço europeu, assume um papel cada vez mais relevante. As empresas com processos de facturação electrónica estão a inovar em processos e credibilidade e podem considerar-se mais perto de novos mercados.
4.
Última,
mas não menos importante: Ter
uma solução de facturação electrónica é poder usar
o OpenERP!
O OpenERP é uma plataforma completa e integrada de aplicações que respondem a todas as necessidades de uma organização.
O OpenERP é um software livre (sem custos de licenciamento) e reduz significativamente o custo final de aquisição. É disponibilizado online através da OpenERP, de Parceiros ou soluções locais instaladas nos servidores do cliente. A Open Solutions é parceira da Multibase, uma das duas empresas portuguesas com certificação na plataforma OpenERP. Juntos, acreditamos ser uma das suas melhores escolhas.
E na sua empresa, ninguém acredita que a tecnologia pode simplificar a vida?
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