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18 de outubro de 2012

Reduzir custos na conjectura actual

A conjectura actual e a consequente necessidade de reduzir custos abre definitivamente o caminho às soluções open source, que entretanto ganharam em maturidade e oferecem cada vez mais argumentos a quem quer rentabilizar as TIC.

Nos últimos anos, a evolução dos mercados em resposta à crise económica teve um papel fundamental na evolução do interesse pela tecnologia open source. No entanto, é preciso dar o respectivo mérito ao sector que tem vindo a consolidar-se numa oferta cada vez mais madura, estável e diversificada. 


O software open source é uma opção segura para quem deseja manter os standards de qualidade mas quer baixar preços.
 

Não só pelo tipo de licenciamento em si, mas pelas funcionalidades e qualidades das aplicações existentes, em comparação com as soluções ditas proprietárias, o software open source é muito mais eficiente no ROI, principalmente a médio e longo prazo, dado a sua grande flexibilidade e as capacidades de adaptação e integração com outros sistemas. Além disso, as empresas ganham em autonomia porque se tornam independentes do fornecedor de serviços.

A Open Solutions reconhece que, no cenário actual, as empresas têm obviamente mais dificuldade em avançar na hora de fazer investimentos. É por isso que apresenta às empresas três soluções que trazem um valor francamente acrescentado para os clientes, ao permitir-lhes evoluir ou manter os seus sistemas de informação e comunicação sem incorrerem em custos absurdos.

Conheça-as:

Migração para open source | Integração de aplicações | Outsourcing às TIC

Acredita que podemos trabalhar em conjunto para rentabilizar recursos e reduzir custos?
Consulte-nos. e-mail | facebook | 210 360 370


- Filipa Oitavén

1 de outubro de 2012

Há uma revolução na gestão de projectos

"Pensa-se hoje na revolução, não como maneira de se solucionarem problemas postos pela actualidade, mas como um milagre que nos dispensa de resolver problemas." (Simone Weil)

Vemos a gestão de um projecto como um esforço pontual na direcção de um resultado ambicionado: pensamos que deve ser cuidadosamente planeada para ser bem sucedida. Mas também pensamos que esta gestão não precisa de ser um processo complexo e, por isso, estamos empenhados em levar até si uma excelente solução para a gestão diária de tarefas e pessoas: o LibrePlan.

Foi pensado e desenhado na Galiza, com um objectivo muito específico: gerir os projectos das empresas do sector Naval. O sucesso foi de tal forma que, agora se estende a todos os sectores e áreas de negócio.

Porque preciso de uma ferramenta para gerir os meus projectos?
  • Gerir recursos. Configurar os recursos que tem disponíveis: associar recursos a utilizadores, atribuir-lhes skills e configurar calendários para distribuir tarefas segundo a proficiência de cada um.
  • Planear. Criar um projecto e representá-lo de forma gráfica e intuitiva: definir actividades e tempos para elas, alocar recursos, poupar tempo na construção de projectos a partir de templates e tarefas pré-existentes.
  • Monitorizar e controlar. Monitorizar e adaptar os seus projectos de forma natural e integrada.
  • Seguir os dados. Mensurar o progresso e calcular os custos associados a ele e seguir o número de horas despendidas, através de folhas de controlo mensais.
  • Conectar. Partilhar a informação entre as diferentes ferramentas da empresa facilmente.
 
As cinco razões que fazem do LibrePlan o gestor de projectos que vai revolucionar a forma como trabalha:

1. Solução open source
O LibrePlan é software livre e altamente customizável.

2. Colaborativo e web based
Toda a equipa é parte do planeamento do projecto e deve ter acesso a ele. Com o LibrePlan este acesso pode ser feito a partir de qualquer lugar. Além disso, o processo funciona por permissões e é possível configurar papéis aos utilizadores consoante a sua posição na empresa. 

3. Colaborar com outras empresas
As empresas não estão isoladas umas das outras. Muitas vezes colaboram entre si para entregarem um projecto a tempo. O LibrePlan permite partilhar planos entre empresas. 

4. Planeamento em tempo real
Conhecer o estado diário da execução de cada projecto é uma preocupação do gestor. O LibrePlan permite seguir toda a informação sobre os projectos em tempo real e menos esforço. Esta é uma melhoria significativa, face às tradicionais ferramentas de gestão de projectos, nas quais toda a distribuição do trabalho está centrada o gestor, que tem de perder tempo a inserir informação continuamente. 

5. Foco em todos os projectos
É um erro considerar os projectos isoladamente: existem dependências entre eles, nem que sejam os recursos alocados a vários projectos ao mesmo tempo. O LibrePlan foi desenhado tendo em conta a gestão da empresa como um todo.

E, ainda um conjunto de características:
  • Antecipar os prazos e terminar os projectos dentro do prazo.
  • Saber se os recursos internos são suficientes ou se é preciso contratá-los externamente.
  • Acompanhar o tempo que os seus colaboradores podem dedicar a cada projecto e contemplá-lo no planeamento.
  • Saber quanto custam os seus projectos.
  • Garantir a qualidade.
  • Mensurar o progresso e adaptar o planeamento até ao final da execução do projecto.
    E muitas mais ... Consulte-nos!


- Filipa Oitavén

15 de fevereiro de 2010

As etapas do desenvolvimento de software

Sucesso e rigor são apenas algumas das metas que a Open Solutions se preocupa em alcançar, sempre que desenvolve uma solução para um cliente. Muito para além do retorno monetário, a satisfação do cliente é o mais importante.

De forma a chegar ao fim do desenvolvimento de um software e alcançar todos estes objectivos, torna-se necessário seguir um conjunto de etapas, onde “pequenos” aspectos como a usabilidade e o GUI (Graphic User Interface) são cruciais.

O desenvolvimento de um software é composto por seis fases:

  • Análise de Requisitos

  • Modelação

  • Desenvolvimento

  • Testes

  • Implementação

  • Formação

Cada uma destas fases tem uma importância crucial, pois só respeitando e cumprindo cada uma delas é possível chegar a um resultado final igual ou superior aquele que foi determinado inicialmente.

Mas, apesar de podermos definir estas seis fases, nem tudo é “pura ciência”. É fundamental um constante acompanhamento por parte do cliente, e um refinamento de cada fase ao longo de todo este processo. Só assim será possível corresponder o mais fielmente possível às suas expectativas.

Em suma, mais do que uma relação entre empresa e cliente, é necessário criar uma relação de parceria em cada projecto. Esta é sem dúvida a filosofia da Open Solutions - envolver-se com o cliente e colaborar com ele como se de um verdadeiro parceiro se tratasse.

Pedro Faustino













3 de fevereiro de 2010

Gerir a relação com o cliente em Open Source!

Sabem o que significa a sigla CRM? Apesar de ser um termo mais comum nas discussões entre marketeers e gestores, tem vindo a chamar a atenção de profissionais TI, que vêem nos softwares CRM um mercado em rápida ascensão.

O termo CRM significa Customer Relationship Management, ou Gestão da Relação com o Cliente, e diz respeito a todas as ferramentas que permitem automatizar diversas funções de contacto. Alinhados a uma postura organizacional orientada para a satisfação do cliente, estas ferramentas informatizadas, permitem aos colaboradores darem respostas mais rápidas e eficazes.

De entre os vários produtos Open Source disponíveis no mercado, existe um que merece destaque, pelas funcionalidades nativas que possui, bem como a potencialidade de parametrização e desenvolvimento que permite.

O Sugar CRM é o software CRM Open Source líder de mercado e, na sua edição Community, abarca algumas das áreas mais importantes nas empresas: colaboração, marketing, vendas, suporte e reporting.

Enquanto coordenadora de marketing e comunicação, admito!... já não afiguro o meu dia-a-dia sem uma boa dose deste "açúcar".

Comecei por utilizá-lo na sua vertente colaborativa mas, há medida que o vou explorando, apercebo-me de que quase tudo o que envolve a relação com o cliente, pode ser feito no Sugar CRM.

É por isso que o meu dia começa com um belo café e a análise do calendário do Sugar CRM - reuniões, chamadas e tarefas pendentes, relacionadas com clientes, parceiros e fornecedores. Depois, é tempo de dar uma olhadela pelos projectos que vem a ser desenvolvidos, as leads (oportunidades de negócio) em curso e, ainda, campanhas de marketing planeadas ou em execução.

E, melhor que tudo, a partir de qualquer browser ou plataforma. E sabemos como a mobilidade é, cada vez mais, um aspecto crítico para quem trabalha.

Não custa nada fazer o download e experimentar!… garanto que não se vão arrepender.

Paula Braz

referências consultadas: wikipédia, sugar crm













7 de janeiro de 2010

Um olhar sobre a metodologia AGILE

Já ouviram falar na metodologia AGILE? E no desenvolvimento ágil de software? Esta é uma metodologia emergente que permite a profissionais de diversas áreas, produzirem produtos/serviços mais fiáveis funcionais e satisfatórios.

Apesar de serem muitos os métodos disponíveis para a aplicação desta metodologia, todos eles se baseiam numa mesma premissa-base: interacções.

Tendo entre mãos um projecto de desenvolvimento de software, aplicar uma metodologia AGILE significa seguir um conjunto de normas e práticas que, exigindo constante comunicação e colaboração entre os seus vários intervenientes, permite obter um software final adequado aquilo que o cliente realmente quer.

Esta metodologia tem-se mostrado extremamente útil para reger projectos de engenharia de software, auxiliando os developpers e gestores de projecto a adaptarem o mesmo ao longo do seu ciclo de planeamento, criação e produção.

Algumas das principais vantagens:

  • Redução do tempo de entrega da primeira versão do software pedido;
  • Por ser um processo interactivo, o cliente vai participando e sugerindo afinações do software;
  • Menor risco do software não cumprir as expectativas do cliente;
  • Aproximação entre developpers e gestores - porque implica muita comunicação;

Num mercado em que os clientes são, cada vez mais, exigentes com aquilo que compram, compete à empresa conseguir personalizar ao máximo aquilo que tem para vender, afirmando, assim, a sua vantagem competitiva.

Paula Braz

referências consultadas: wikipédia












20 de outubro de 2009

Software Open Source - uma alternativa sustentável

"Software Open Source" é uma expressão comum nos dias de hoje... mas o que significa afinal?

Todos nós já ouvimos falar no sistema operativo Linux. Este é um exemplo de um software Open Source, onde podemos contribuir quer para o seu desenvolvimento, correcção de erros ou mesmo documentação, desde que a sua condição de Open Source seja mantida.

Por definição, Open Source são softwares de utilização livre, cuja licença de utilização não é paga e o seu código fonte está disponível de forma gratuita. Este conceito veio revolucionar a forma como os softwares são desenvolvidos, permitindo baixar os custos de desenvolvimento, resultando em softwares de excelente qualidade e em constante evolução, garantindo um melhor retorno de investimento por parte das TI’s.

Actualmente, existe uma lista extensa de softwares Open Source, como por exemplo o Sugar CRM e o Alfresco, que cresce a cada dia, contendo ferramentas poderosas que facilitam o dia-a-dia das empresas, reduzindo drasticamente o custo em tecnologia e em licenciamento. A escolha de software Open Source possibilita às TI’s não só as vantagens referidas anteriormente, mas também a possibilidade de personalizar as suas aplicações, de modo a ajustarem-se na perfeição às suas necessidades, contribuindo assim para a optimização dos seus processos.

Cada vez mais, o software Open Source está a deixar de ser visto como uma “moda passageira”, sendo uma opção credível que deverá ser “obrigatoriamente” ponderada pelas TI’s.

Pedro Faustino

referências consultadas: ansol, instituto informática, open mania