7 de janeiro de 2010

Um olhar sobre a metodologia AGILE

Já ouviram falar na metodologia AGILE? E no desenvolvimento ágil de software? Esta é uma metodologia emergente que permite a profissionais de diversas áreas, produzirem produtos/serviços mais fiáveis funcionais e satisfatórios.

Apesar de serem muitos os métodos disponíveis para a aplicação desta metodologia, todos eles se baseiam numa mesma premissa-base: interacções.

Tendo entre mãos um projecto de desenvolvimento de software, aplicar uma metodologia AGILE significa seguir um conjunto de normas e práticas que, exigindo constante comunicação e colaboração entre os seus vários intervenientes, permite obter um software final adequado aquilo que o cliente realmente quer.

Esta metodologia tem-se mostrado extremamente útil para reger projectos de engenharia de software, auxiliando os developpers e gestores de projecto a adaptarem o mesmo ao longo do seu ciclo de planeamento, criação e produção.

Algumas das principais vantagens:

  • Redução do tempo de entrega da primeira versão do software pedido;
  • Por ser um processo interactivo, o cliente vai participando e sugerindo afinações do software;
  • Menor risco do software não cumprir as expectativas do cliente;
  • Aproximação entre developpers e gestores - porque implica muita comunicação;

Num mercado em que os clientes são, cada vez mais, exigentes com aquilo que compram, compete à empresa conseguir personalizar ao máximo aquilo que tem para vender, afirmando, assim, a sua vantagem competitiva.

Paula Braz

referências consultadas: wikipédia












22 de dezembro de 2009

Super-voluntários


No passado dia 20 de Dezembro, alguns colaboradores da Open Solutions enfrentaram o frio que se fazia sentir, voluntariando-se a plantar árvores na área de Cascais-Sintra.
Esta iniciativa insere-se no âmbito do projecto Oxigénio. Se quiserem também ser super voluntários, acedam a http://www.cascaisnatura.org/











20 de dezembro de 2009

Festa Natal Open Solutions

Foi no passado dia 19 de Dezembro, em plena Lisboa (zona do Chiado) que ocorreu a festa de Natal da Open Solutions.
Jantar, troca de presentes e teatro fizeram parte do alinhamento do evento interno da empresa, que marcou, assim, da melhor forma, a entrada na época de festas.











18 de dezembro de 2009

Boas Festas

Em nome de toda a equipa Open Solutions, desejamos a todos umas óptimas festas!













10 de dezembro de 2009

Web 2.0. - mais do que informar, partilhar!

É indiscutível o crescimento galopante da Internet e a forma como tem alterado a nossa forma de comunicar.

Pessoalmente, já não afiguro o meu dia-a-dia sem utilizar a Internet: recorrer ao e-mail, pesquisar no Google, actualizar as redes sociais e trocar dois dedos de conversa no MSN ou Skype. Quero estar contactável de diversas formas e permanentemente - tanto no computador fixo, como no portátil ou no telemóvel.

Ao fazer todas estas tarefas rotineiras nem me apercebo de que estou a pôr em prática o príncipio-base da Web 2.0. - a utilização da web como uma plataforma e o aproveitamento da inteligência colectiva - mediante aplicativos que geram efeitos de rede entre os seus utilizadores.

Mas antes de surgir a Web 2.0. existiu a Web 1.0. Qual a diferença entre ambas? Segundo Filipe Carrera, no seu livro "Marketing Digital na Versão 2.0." eis as grandes diferenças:

A Web deixou de ser uma plataforma de comunicação unidireccional, para passar a ser um espaço por excelência de partilha e colaboração.

Mas... e depois da Web 2.0.? Para onde caminhamos? O que se afigura? A verdade é que já se discutem as tendências da Web 3.0. e até da Web 4.0. Mas sobre isso falaremos num próximo artigo.

Paula Braz

referências consultadas: wikipédia, "Marketing Digital na verão 2.0." - Filipe Carrera











19 de novembro de 2009

Virtualização - vantagens

Depois de termos falado um pouco sobre o conceito da virtualização, focaremo-nos, agora, nas inúmeras vantagens que esta traz, tanto para empresas como para utilizadores comuns.

Virtualização - Vantagens Empresariais:

  • Redução de custos de energia e arrefecimento;
  • Redução de custos de manutenção;
  • Aumento da agilidade do negócio;
  • Melhoramento da continuidade do negócio;
  • Redução da necessidade de espaço;
  • Simplificação da administração de sistemas;
  • Melhoramento da segurança, disponibilidade e fiabilidade;
  • Assistência com a Conformidade Regulatória;
  • Possibilidade de simulação de redes de computadores com menor demanda de hardware;
  • Facilidade de migração de ambientes: evita reinstalação e reconfiguração dos sistemas a serem migrados;
  • Utilização de uma VM como ambiente de desenvolvimento: possibilidade de efectuar testes em SO’s distintos e, por provir um ambiente isolado, evita que falhas na configuração e/ou execução, ou até mesmo vírus, danifiquem o hardware da máquina.

Virtualização - Vantagens do Utilizador:

  • Cada utilizador tem seu próprio ambiente de trabalho, podendo instalar ou apagar aplicações quando e se necessário;
  • Todo ambiente pode ser customizado com diferentes aplicações sem comprometer os demais utilizadores;
  • Mesmo aplicações que não podem ser partilhadas por diversos utilizador têm condições de ser instaladas;
  • Capacidade de acessar desktops remotamente e com segurança;
  • Acesso seguro e rápido a periféricos como impressoras e scanners;
  • Maior economia no espaço de armazenamento, nos custos gerais de data center, na refrigeração e no espaço físico;
  • Interacção mais ágil com o mercado, permitindo apresentar produtos, serviços e projectos com mais rapidez;
  • Possibilidade de fazer backup regularmente e restaurar dados em poucos instantes.

Estou certo que, depois do exposto, serão muitos os interessados em experimentar a virtualização no seu equipamento pessoal ou empresarial. O desafio está lançado!

Luís Gaspar

referências consultadas: ansol, instituto informática, open mania











4 de novembro de 2009

Virtualização - Conceito

Hoje em dia, tanto em ambientes domésticos como empresariais, o termo "virtualização" começa a ser bastante comum. Mas o que é, afinal, a virtualização?

Pode-se dizer que virtualização é a partilha de recursos físicos de uma máquina (CPU, RAM, Disco Rígido) entre várias máquinas virtuais, ou seja, a ocupação de recursos que estejam livres na máquina física.
Numa definição livre, virtualização é o processo de executar vários sistemas operativos num único equipamento. Uma máquina virtual é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor pode manter vários sistemas operativos em uso.

Vejamos um exemplo prático:

Em várias empresas, é normal a existência de vários servidores físicos para serviços distintos: partilha de ficheiros, armazenamento de dados, impressoras... e todos estes servidores têm um custo tanto a nível de manutenção do hardware, como a nível de electricidade e espaço.

E se fosse possível juntar tudo numa só máquina a fim de reduzir esses custos?

Para responder a esta questão e suprimir esta necessidade, surgiu o conceito de virtualização - um conceito que possibilita a poupança de recursos, mantendo sempre o bom funcionamento da plataforma tecnológica!

Imagem 1 - Exemplo de virtualização em ambientes empresariais

Neste momento, as plataformas empresariais mais conhecidas são VMware, Hyper-V e XEN, Virtualbox. Tal como podemos ver na imagem, podem ser criadas várias “máquinas virtuais” ,em que podemos definir características como: nº de discos, capacidade da ram, unidades de cdrom, portas COM, LPT, Placas de Rede… no fundo, tudo o que é passível de escolha aquando a compra de um PC novo.

O grande benefício da virtualização - e esta, sim, é a resposta central ao porquê do “boom” que esta tecnologia tem vindo a obter - é que, ao invés de termos 4 servidores a utilizar 10% de recursos de cada um e a gastar 100% de electricidade e manutenção, podemos juntá-los todos num só hardware, gastando, assim, as percentagens de recursos que desejamos. Podemos ter uma máquina com 1024mb de ram, outra com 256 e outra com 2048? Sem dúvida que sim, desde que tenhamos o hardware físico necessário, neste caso, 3328Mb de ram para alocar às diferentes máquinas. Deste modo, conseguimos ter apenas uma máquina física a gastar electricidade e a performance é praticamente a mesma.

Se depois desta exposição ficaram entusiasmados com o tema da "virtualização", sugiro que pesquisem, criem e testem máquinas virtuais, para que possam, assim, tirar as vossas próprias conclusões.

Luís Gaspar

referências consultadas: VMware, Semana informática, Sun