- Filipa Oitavén
3 de outubro de 2012
John Wooden numa TED talk inspiradora, fala-nos sobre a diferença entre vencer e o sucesso.
Etiquetas:
actualidade,
filosofia de negócios,
inspirar,
opinião
"Success is peace of mind which is a direct
result of self-satisfaction in knowing you did your best to become the
best you are capable of becoming." - John Wooden
- Filipa Oitavén
- Filipa Oitavén
1 de outubro de 2012
Há uma revolução na gestão de projectos
Etiquetas:
gestao projectos,
inovação,
libreplan,
open source,
software
"Pensa-se
hoje na revolução, não como maneira de se solucionarem problemas
postos pela actualidade, mas como um milagre que nos dispensa de
resolver problemas." (Simone Weil)
Vemos
a gestão de um projecto como um esforço pontual na direcção de um
resultado ambicionado: pensamos que deve ser cuidadosamente planeada
para ser bem sucedida. Mas também pensamos que esta gestão não
precisa de ser um processo complexo e, por isso, estamos empenhados
em levar até si uma excelente solução para a gestão diária de
tarefas e pessoas: o LibrePlan.
Foi
pensado e desenhado na Galiza, com um objectivo muito específico:
gerir os projectos das empresas do sector Naval. O sucesso foi de tal
forma que, agora se estende a todos os sectores e áreas de negócio.
Porque preciso de uma
ferramenta para gerir os meus projectos?
- Gerir recursos. Configurar os recursos que tem disponíveis: associar recursos a utilizadores, atribuir-lhes skills e configurar calendários para distribuir tarefas segundo a proficiência de cada um.
- Planear. Criar um projecto e representá-lo de forma gráfica e intuitiva: definir actividades e tempos para elas, alocar recursos, poupar tempo na construção de projectos a partir de templates e tarefas pré-existentes.
- Monitorizar e controlar. Monitorizar e adaptar os seus projectos de forma natural e integrada.
- Seguir os dados. Mensurar o progresso e calcular os custos associados a ele e seguir o número de horas despendidas, através de folhas de controlo mensais.
- Conectar. Partilhar a informação entre as diferentes ferramentas da empresa facilmente.
As
cinco razões que fazem do LibrePlan o gestor de projectos que vai
revolucionar a forma como trabalha:
1. Solução open
source
O
LibrePlan é software
livre e
altamente
customizável.
2.
Colaborativo e web based
Toda a equipa é parte do
planeamento do projecto e deve ter acesso a ele. Com o LibrePlan este
acesso
pode ser feito a partir
de qualquer lugar. Além
disso, o processo funciona por permissões e é possível configurar
papéis aos utilizadores consoante
a sua posição na empresa.
3. Colaborar com
outras empresas
As
empresas não estão isoladas umas das outras. Muitas vezes colaboram
entre si para entregarem um projecto a tempo. O LibrePlan permite
partilhar planos entre empresas.
4. Planeamento em
tempo real
Conhecer o estado diário
da execução de cada projecto é uma preocupação do gestor. O
LibrePlan permite seguir toda a informação sobre os projectos em
tempo real e menos esforço.
Esta
é uma melhoria significativa, face às tradicionais ferramentas de
gestão de projectos, nas quais toda a distribuição do trabalho
está centrada o gestor, que tem de perder tempo a inserir informação
continuamente.
5. Foco em todos os
projectos
É
um erro
considerar os projectos isoladamente:
existem dependências entre eles, nem que sejam os recursos alocados
a vários projectos ao mesmo tempo. O LibrePlan foi desenhado tendo
em conta a gestão da empresa como um todo.
E,
ainda um conjunto de características:
- Antecipar os prazos e terminar os projectos dentro do prazo.
- Saber se os recursos internos são suficientes ou se é preciso contratá-los externamente.
- Acompanhar o tempo que os seus colaboradores podem dedicar a cada projecto e contemplá-lo no planeamento.
- Saber quanto custam os seus projectos.
- Garantir a qualidade.
- Mensurar o progresso e adaptar o planeamento até ao final da execução do projecto.
E muitas mais ... Consulte-nos!
-
Filipa Oitavén
14 de setembro de 2012
Um triunfador é muito mais que um trabalhador: é um obcecado
Etiquetas:
actualidade,
opinião
Ter uma estante cheia de livros sobre gestão de negócios, marketing, estratégias e ideias, às vezes, a meio do dia, resulta nisto:
Aquele que é todo amarelo, chama logo a atenção. Chama-se "Pensa, é grátis" - Joaquín Lorente tem a pretensão de nos dar "84 ideias práticas para dinamizar o talento". Seguimos para uma página aberta pelo acaso...
"O triunfador é aquele que consegue um grande reconhecimento social porque faz algo admirável que é impossível de igualar para a maior parte das pessoas.
Desde a infância ou adolescência, o triunfador é um ser que vive intensamente apaixonado por aquilo que mais lhe interessa. É um anão em tamanho e um gigante em obsessão. E, graças a essa obsessão, procura, absorve e integra no seu cérebro uma qualidade e quantidade de informação e desejo que para outros não tem especial importância. A sua vontade de entender e ser multiplicam e estimulam a sua existência.
Quando o anão cresce, se desfrutou em tenra idade o sabor do reconhecimento e o alimentou com nova energia, normalmente o seu progresso é imparável. E o seu desenvolvimento tem características muito concretas, que se podem resumir neste póquer de ases:
A. É tremendamente exigente consigo próprio e, consequentemente, com quem o rodeia.
AA. É um perfeccionista compulsivo que despreza a mediocridade e a falta de interesse.
AAA. É capaz de ver, controlar e impulsionar todas as frentes que de alguma forma podem determinar o seu triunfo.
AAAA. O grau de exigência para consigo próprio leva-o a ter a atitude de pensar que cada coisa e cada dia serão os mais importantes da sua vida.
AAAAA. Quando triunfa é minimamente consciente do que vai conseguindo; assim, nunca dorme sobre os louros.
(...)"
Joaquín, não é que nos deixas realmente a pensar?
- Filipa Oitavén
Aquele que é todo amarelo, chama logo a atenção. Chama-se "Pensa, é grátis" - Joaquín Lorente tem a pretensão de nos dar "84 ideias práticas para dinamizar o talento". Seguimos para uma página aberta pelo acaso...
Um triunfador é muito mais que um trabalhador: é um obcecado
"O triunfador é aquele que consegue um grande reconhecimento social porque faz algo admirável que é impossível de igualar para a maior parte das pessoas.
Desde a infância ou adolescência, o triunfador é um ser que vive intensamente apaixonado por aquilo que mais lhe interessa. É um anão em tamanho e um gigante em obsessão. E, graças a essa obsessão, procura, absorve e integra no seu cérebro uma qualidade e quantidade de informação e desejo que para outros não tem especial importância. A sua vontade de entender e ser multiplicam e estimulam a sua existência.
Quando o anão cresce, se desfrutou em tenra idade o sabor do reconhecimento e o alimentou com nova energia, normalmente o seu progresso é imparável. E o seu desenvolvimento tem características muito concretas, que se podem resumir neste póquer de ases:
A. É tremendamente exigente consigo próprio e, consequentemente, com quem o rodeia.
AA. É um perfeccionista compulsivo que despreza a mediocridade e a falta de interesse.
AAA. É capaz de ver, controlar e impulsionar todas as frentes que de alguma forma podem determinar o seu triunfo.
AAAA. O grau de exigência para consigo próprio leva-o a ter a atitude de pensar que cada coisa e cada dia serão os mais importantes da sua vida.
AAAAA. Quando triunfa é minimamente consciente do que vai conseguindo; assim, nunca dorme sobre os louros.
(...)"
Joaquín, não é que nos deixas realmente a pensar?
- Filipa Oitavén
13 de setembro de 2012
Se tantos reconhecem que é importante gerir relações porque tão poucos o sabem fazer?
A
importância de conhecer os clientes, identificar os seus hábitos e
conhecer as suas preferências, para que se possam gerar novos
negócios, está sem dúvida no topo da lista de prioridades das
empresas. CRM é uma sigla que passou a ser comum nas conversas de
negócios. Mas o que significa realmente? Customer
Relationship Management
não é apenas um
conceito abstracto
para se aproximar dos clientes.
Fidelizar clientes – a diferença entre conhecer os clientes e o que fazer com esse conhecimento
Teoria daquilo a que chamei o paradigma-CRM:
1. conheço os meus clientes
Objectivo 3: convencer toda a gente de que um CRM funciona. No seguimento do ponto anterior, é necessário que as pessoas de todas as áreas da empresa estejam voltadas para os negócios. Quanto melhor compreenderem o negócio, mais podem ajudar a empresa a crescer.
Concretiza-se
quando os gestores e os colaboradores reconhecem que é essencial dar
o passo seguinte – procurar ir de encontro às necessidades dos
clientes de forma a que a sua satisfação com os serviços se
transforme em fidelidade
à marca.
Há,
aqui, uma regra de ouro inquestionável para o dia a dia dos
negócios: “manter um cliente actual custa 5 a 10 vezes menos do
que conquistar um novo.”
Fidelizar clientes – a diferença entre conhecer os clientes e o que fazer com esse conhecimento
Teoria daquilo a que chamei o paradigma-CRM:
1. conheço os meus clientes
2.
e agora, o que faço com isso?
É
preciso reconhecer que o segundo ponto é tão ou mais importante que o
primeiro. As empresas que, investindo pesadamente em sistemas de CRM,
não obtiveram o retorno esperado, devem analisar se se ficaram
apenas pela primeira parte do processo – automatizaram os
processos, obtiveram as informações de forma sistematizada mas não
se souberam valer dessas informações para gerar mais valor para o
cliente.
Objectivo
1: envolver o cliente como uma pequena-grande parte da empresa. A
diferença entre coleccionar dados e dar o salto para a integração
dos cliente na empresa como participantes activos, pode passar por
coisas simples: permitir que estes
orientem o desenvolvimento de novos produtos.
As
preferências e opiniões não só se registam como entram no
processo de desenvolver e adaptar serviços e produtos – os
clientes facilitam a inovação.
Objectivo
2:
Manter
um canal permanente de comunicação
para criar e sustentar um relacionamento com os clientes,
fornecedores e os colaboradores da empresa. É essencial implementar
uma cultura de acção na qual cada contacto sirva para aprender
sobre o cliente. Ser capaz de evoluir na qualidade de uma relação é
criar ofertas com valor superior, e assim, conquistar e manter uma
posição competitiva francamente favorável.
Objectivo 3: convencer toda a gente de que um CRM funciona. No seguimento do ponto anterior, é necessário que as pessoas de todas as áreas da empresa estejam voltadas para os negócios. Quanto melhor compreenderem o negócio, mais podem ajudar a empresa a crescer.
Objectivo
4: ser capaz de ser mais que o CRM. Um
CRM ideal deve atender a determinadas exigências:
- Fornecer uma visão unificada e consistente de cada cliente e cada uma das interações com ele;
- Dar ao cliente uma visão completa da empresa, independentemente da forma pela qual este a contacta;
- Deixar a equipa comercial realizar tarefas de vendas, serviços e marketing de forma eficiente, como um grupo, e assim, reduzir os custos e aumentar a eficiência.
E
a máquina fica por aqui. O que falta ao CRM tem de ser feito por
nós: ter a capacidade de integrar todos aplicativos existentes.
Em
suma, conhecer bem os clientes é sinónimo de vender mais e melhor.
Certifique-se de que a sua equipa compreende a importância de gerir
relacionamentos e que assume isso no dia a dia, é o caminho para
saber instantaneamente o que poderá interessar ao seu cliente:
depois, adapte a sua oferta e vai fechar mais negócios.
Na
Open Solutions elegemos o SugarCRM como a
derradeira solução para a retenção de clientes a longo-prazo. É
o CRM mais utilizado no mundo, premiado internacionalmente por
diversas vezes. Sabemos que uma parametrização bem executada da
ferramenta é o factor mais importante para que ela funcione e traga
retorno aos nossos clientes. É por isso, e por nos debruçarmos
sobre as questões funcionais, que pode contar connosco para
reestruturar a sua forma de fazer negócios.
- Filipa Oitavén
12 de setembro de 2012
Simon Sinek fala-nos no TED sobre uma fórmula poderosa de inspirar pessoas e causas - e com muito a aproveitar para os negócios.
Etiquetas:
actualidade,
filosofia de negócios,
opinião
"But very, very few people or organizations know why they do what they
do. And by "why" I don't mean "to make a profit." That's a result. It's
always a result. By "why," I mean: What's your purpose? What's your
cause? What's your belief? Why does your organization exist? Why do you
get out of bed in the morning? And why should anyone care?
If you talk about what you believe, you will attract those who believe what you believe."
Façam como nós: de quando em quando, assistam e... inspirem-se!
- Filipa Oitavén
If you talk about what you believe, you will attract those who believe what you believe."
Façam como nós: de quando em quando, assistam e... inspirem-se!
- Filipa Oitavén
11 de setembro de 2012
Open Solutions desenvolve e implementa rede social open source!
Etiquetas:
elgg,
open source,
redes sociais
O Elgg é uma ferramenta para a construção de redes sociais, totalmente adaptada para fazer um brilharete em empresas, escolas, universidades e, até mesmo, instituições governamentais.
- look amigável;
- facilita a comunicação dentro das empresas, aumentando o ritmo de negócio;
- é seguro;
- é escalável às empresas.
O Elgg a funcionar
A SPMS, entidade pública sob a tutela dos ministérios da Saúde e das Finanças, sentia a necessidade de ter uma solução cooperativa que centralizasse e disponibilizasse toda a informação que circula dentro e fora da instituição.
A Open Solutions implementou uma importante ferramenta para a troca de informação e gestão de comunicação instantânea, com criação de grupos de trabalhos, partilha de documentos, actualização de informação a toda a equipa e ainda uma forte estrutura de wikis interna.
As vantagens:
- arquitectura simples concebida em ambiente Open Source permitiu reduzir os custos de TI na organização;
- acesso à informação a partir de qualquer ponto físico, permitindo a interação através de qualquer plataforma inserida na rede;
- redução dos custos de aquisição de software Elgg - sem custos de licenciamento ou postos de trabalho.
case study prometido para breve
- Filipa Oitavén
5 de setembro de 2012
Crescer: sobreviver e preservar
Etiquetas:
actualidade,
inovação,
opinião,
parcerias
Há
duas centenas de anos, Darwin afirmou que a sobrevivência ou a
extinção de um organismo é determinada, não pelo mais forte ou
pelo mais rápido, mas pela sua habilidade de se adaptar ao ambiente.
Entendemos que a sobrevivência organizacional parte do
reconhecimento de que a única forma de continuar a competir no
mercado global é procurar inovar,
mudar
e adaptar
a nossa realidade ao espaço e tempo em que existimos.
O
derradeiro objectivo das organizações é perpetuarem-se.
No
nosso mercado empresarial, uma empresa que estagna arrisca mais que a
sua rentabilidade, arrisca a sua sobrevivência. Por outro lado, as
empresas que acompanham a evolução dos processos de gestão e
fomentam a produtividade destacam-se e crescem.
É
necessária uma visão estratégica da inovação, uma abordagem
holística das tecnologias, do mercado, mas também das pessoas e dos
processos.
Inovar
é criar um saber novo. É evoluir. É criar pontos de diferenciação
que surpreendam a concorrência. É transportar toda a experiência e
transformar as habilidades em melhores soluções para a empresa e
para a sociedade como um todo.
Na
Open Solutions somos
impulsionados por projectos
audaciosos e competências vincadas na vertente do Outsourcing e do
Desenvolvimento de Software. No nosso dia-a-dia trabalhos para
expandir o potencial das Tecnologias de Informação de empresas que,
como nós, sabem que os vencedores são os que procuram novas
estratégias!
Vamos
criar sinergias e prolongar a vida das nossas organizações.
- Filipa Oitavén
- Filipa Oitavén
Subscrever:
Comentários (Atom)
