19 de novembro de 2009

Virtualização - vantagens

Depois de termos falado um pouco sobre o conceito da virtualização, focaremo-nos, agora, nas inúmeras vantagens que esta traz, tanto para empresas como para utilizadores comuns.

Virtualização - Vantagens Empresariais:

  • Redução de custos de energia e arrefecimento;
  • Redução de custos de manutenção;
  • Aumento da agilidade do negócio;
  • Melhoramento da continuidade do negócio;
  • Redução da necessidade de espaço;
  • Simplificação da administração de sistemas;
  • Melhoramento da segurança, disponibilidade e fiabilidade;
  • Assistência com a Conformidade Regulatória;
  • Possibilidade de simulação de redes de computadores com menor demanda de hardware;
  • Facilidade de migração de ambientes: evita reinstalação e reconfiguração dos sistemas a serem migrados;
  • Utilização de uma VM como ambiente de desenvolvimento: possibilidade de efectuar testes em SO’s distintos e, por provir um ambiente isolado, evita que falhas na configuração e/ou execução, ou até mesmo vírus, danifiquem o hardware da máquina.

Virtualização - Vantagens do Utilizador:

  • Cada utilizador tem seu próprio ambiente de trabalho, podendo instalar ou apagar aplicações quando e se necessário;
  • Todo ambiente pode ser customizado com diferentes aplicações sem comprometer os demais utilizadores;
  • Mesmo aplicações que não podem ser partilhadas por diversos utilizador têm condições de ser instaladas;
  • Capacidade de acessar desktops remotamente e com segurança;
  • Acesso seguro e rápido a periféricos como impressoras e scanners;
  • Maior economia no espaço de armazenamento, nos custos gerais de data center, na refrigeração e no espaço físico;
  • Interacção mais ágil com o mercado, permitindo apresentar produtos, serviços e projectos com mais rapidez;
  • Possibilidade de fazer backup regularmente e restaurar dados em poucos instantes.

Estou certo que, depois do exposto, serão muitos os interessados em experimentar a virtualização no seu equipamento pessoal ou empresarial. O desafio está lançado!

Luís Gaspar

referências consultadas: ansol, instituto informática, open mania











4 de novembro de 2009

Virtualização - Conceito

Hoje em dia, tanto em ambientes domésticos como empresariais, o termo "virtualização" começa a ser bastante comum. Mas o que é, afinal, a virtualização?

Pode-se dizer que virtualização é a partilha de recursos físicos de uma máquina (CPU, RAM, Disco Rígido) entre várias máquinas virtuais, ou seja, a ocupação de recursos que estejam livres na máquina física.
Numa definição livre, virtualização é o processo de executar vários sistemas operativos num único equipamento. Uma máquina virtual é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor pode manter vários sistemas operativos em uso.

Vejamos um exemplo prático:

Em várias empresas, é normal a existência de vários servidores físicos para serviços distintos: partilha de ficheiros, armazenamento de dados, impressoras... e todos estes servidores têm um custo tanto a nível de manutenção do hardware, como a nível de electricidade e espaço.

E se fosse possível juntar tudo numa só máquina a fim de reduzir esses custos?

Para responder a esta questão e suprimir esta necessidade, surgiu o conceito de virtualização - um conceito que possibilita a poupança de recursos, mantendo sempre o bom funcionamento da plataforma tecnológica!

Imagem 1 - Exemplo de virtualização em ambientes empresariais

Neste momento, as plataformas empresariais mais conhecidas são VMware, Hyper-V e XEN, Virtualbox. Tal como podemos ver na imagem, podem ser criadas várias “máquinas virtuais” ,em que podemos definir características como: nº de discos, capacidade da ram, unidades de cdrom, portas COM, LPT, Placas de Rede… no fundo, tudo o que é passível de escolha aquando a compra de um PC novo.

O grande benefício da virtualização - e esta, sim, é a resposta central ao porquê do “boom” que esta tecnologia tem vindo a obter - é que, ao invés de termos 4 servidores a utilizar 10% de recursos de cada um e a gastar 100% de electricidade e manutenção, podemos juntá-los todos num só hardware, gastando, assim, as percentagens de recursos que desejamos. Podemos ter uma máquina com 1024mb de ram, outra com 256 e outra com 2048? Sem dúvida que sim, desde que tenhamos o hardware físico necessário, neste caso, 3328Mb de ram para alocar às diferentes máquinas. Deste modo, conseguimos ter apenas uma máquina física a gastar electricidade e a performance é praticamente a mesma.

Se depois desta exposição ficaram entusiasmados com o tema da "virtualização", sugiro que pesquisem, criem e testem máquinas virtuais, para que possam, assim, tirar as vossas próprias conclusões.

Luís Gaspar

referências consultadas: VMware, Semana informática, Sun

20 de outubro de 2009

Software Open Source - uma alternativa sustentável

"Software Open Source" é uma expressão comum nos dias de hoje... mas o que significa afinal?

Todos nós já ouvimos falar no sistema operativo Linux. Este é um exemplo de um software Open Source, onde podemos contribuir quer para o seu desenvolvimento, correcção de erros ou mesmo documentação, desde que a sua condição de Open Source seja mantida.

Por definição, Open Source são softwares de utilização livre, cuja licença de utilização não é paga e o seu código fonte está disponível de forma gratuita. Este conceito veio revolucionar a forma como os softwares são desenvolvidos, permitindo baixar os custos de desenvolvimento, resultando em softwares de excelente qualidade e em constante evolução, garantindo um melhor retorno de investimento por parte das TI’s.

Actualmente, existe uma lista extensa de softwares Open Source, como por exemplo o Sugar CRM e o Alfresco, que cresce a cada dia, contendo ferramentas poderosas que facilitam o dia-a-dia das empresas, reduzindo drasticamente o custo em tecnologia e em licenciamento. A escolha de software Open Source possibilita às TI’s não só as vantagens referidas anteriormente, mas também a possibilidade de personalizar as suas aplicações, de modo a ajustarem-se na perfeição às suas necessidades, contribuindo assim para a optimização dos seus processos.

Cada vez mais, o software Open Source está a deixar de ser visto como uma “moda passageira”, sendo uma opção credível que deverá ser “obrigatoriamente” ponderada pelas TI’s.

Pedro Faustino

referências consultadas: ansol, instituto informática, open mania

15 de outubro de 2009

Mestrado em Open Source Software - já é uma realidade!

A ideia provem de uma parceria estabelecida entre o ISCTE e a UOC - Universidade Aberta da Catalunha.

Dividido em 2 semestres, o mestrado destina-se a todos aqueles que pretendem obter competências específicas na área de software em código aberto.
A Open Solutions não pode deixar de se mostrar visivelmente agradada com esta iniciativa. Consideramos que esta marca uma nova era no open source em Portugal, contribuindo para a sua difusão e profissionalização.
Este passo, agilizará a mudança de mentalidades no nosso país e permitirá que caminhemos no sentido das tendências globais aplicadas às TI's.

Para mais informações, acedam a http://moss.dcti.iscte.pt/

9 de outubro de 2009

Redes sociais revolucionam a forma de se comunicar

Procuro estar atenta às tendências e, como tal, não me tem passado despercebido o paradigma das redes sociais na internet.

Penso que o conceito faz parte do senso comum da maioria, sendo brevemente definido como relações comunicacionais estabelecidas entre indivíduos mediante um computador. Estas relações à distância são dinamizadas em "espaços virtuais" tão falados em conversas de café - Hi5, facebook, twitter, myspace, flickr, são alguns dos exemplos.

Mas nada como falar de números para compreender a real pertinência das redes sociais na internet: cerca de 65% dos utilizadores de internet em todo o mundo fazem parte de uma rede online - o que representa cerca de 700 milhões de indivíduos, com idade superior a 15 anos (dados comScore). Os números falam por si, e fazem compreender porque é que estas estão a transpor a esfera pessoal, passando a ser instrumentos de comunicação das empresas e, até, na política. É o caso das campanhas legislativas deste ano, as quais ficaram marcadas pelo recurso a estas redes como meio de contactar virtualmente com o eleitorado.

É caso para dizer que o conceito de redes sociais na internet não se vai ficar por aqui - revolucionou já a forma de comunicar e tudo leva a crer que continuará a ganhar adeptos.

Paula Braz

25 de setembro de 2009

Evento sobre Open Source ou auto-promoção de players?

Foi com alguma tristeza que saí do VII Encontro Nacional sobre Tecnologia Aberta.

Evento marcado pela promoção massiva dos players envolvidos na organização, dos seus produtos e serviços, com a excepção das apresentações da RedHat e da ANSOL.

De se tirar o chapéu à RedHat que conseguiu transmitir as vantagens do Open Source quase sem falar da própria marca. Por outro lado, Rui Seabra, apesar de algum nervosismo, excedeu-nos nas expectativas ao apresentar o portal de pesquisa às despesas do Governo e os números envolvidos na renovação de licenças de software proprietário...

Creio que, em tempos de crise, teria sido interessante apresentar mais casos de sucesso, mais uma vez apresentados pelo cliente final e não pelos promotores.

O programa está a tornar-se repetitivo, relativamente a anos anteriores, e só tiveram auditório cheio pela adesão de escolas secundárias.

À tarde meia sala - tanto da audiencia como nas mesas do palco contavam-se as cabeças…

Os expositores no átrio da entrada são os mesmos todos os anos. Será que não há mais ninguém a trabalhar o Open Source? Há com certeza, até pelas intervenções da plateia…

Esperava-se ainda maior debate, mais caloroso, como em anos anteriores, nomeadamente entre a assistência e a própria Microsoft - talvez por que grande parte da plateia eram os jovens do ensino secundário, talvez por que o interesse causado pelas apresentações matinais não convenceu o público, ou talvez este encontro esteja a perder o ímpeto dos primeiros pela falta de criatividade da organização, talvez...

Não se percebe. Vejamos os interessados: em primeiro lugar seria a própria ANSOL, a Sybase e a Caixa Mágica. Quorum mais do que suficiente para organizar um evento nacional - não acham?

Cá fora, foi pena que por falta de meios técnicos - um simples microfone - as empresas representadas não conseguiram reunir o interesse para além de 2 filas de cadeiras nas apresentações dos seus produtos, estes sim, produtos de inovação nacional e com boa possibilidade de internacionalização.

Enfim, os desabafos de quem tem acompanhado estes encontros desde 2003.

Ricardo Oitavén

15 de setembro de 2009

Open Ideas for Open Solutions

É já no próximo dia 24 de Setembro que a equipa da Open Solutions fará parte do Linux – VII Encontro Nacional sobre Tecnologia Aberta da SyBase e Caixa Mágica, no Auditório da Lispólis – Fórum Tecnológico de Lisboa.
Porque estamos atentos às tendências do mercado, e porque acreditamos que elas passam pela proliferação e desenvolvimento das plataformas Open Source, fazemos questão de estar presentes neste importante e inspirador evento.

Os temas no painel 2009 serão:
– Integração e interoperabilidade são as palavras-chave
– A crise como oportunidade para o OS Software
– Netbooks: um sucesso à escala mundial?

Estamos confiantes de que esta será uma mais-valia para cada um dos elementos da equipa Open Solutions.

Para mais informações aceda a www.sybase.pt.