
18 de dezembro de 2009
10 de dezembro de 2009
Web 2.0. - mais do que informar, partilhar!
Pessoalmente, já não afiguro o meu dia-a-dia sem utilizar a Internet: recorrer ao e-mail, pesquisar no Google, actualizar as redes sociais e trocar dois dedos de conversa no MSN ou Skype. Quero estar contactável de diversas formas e permanentemente - tanto no computador fixo, como no portátil ou no telemóvel.
Ao fazer todas estas tarefas rotineiras nem me apercebo de que estou a pôr em prática o príncipio-base da Web 2.0. - a utilização da web como uma plataforma e o aproveitamento da inteligência colectiva - mediante aplicativos que geram efeitos de rede entre os seus utilizadores.
Mas antes de surgir a Web 2.0. existiu a Web 1.0. Qual a diferença entre ambas? Segundo Filipe Carrera, no seu livro "Marketing Digital na Versão 2.0." eis as grandes diferenças:

A Web deixou de ser uma plataforma de comunicação unidireccional, para passar a ser um espaço por excelência de partilha e colaboração.
Mas... e depois da Web 2.0.? Para onde caminhamos? O que se afigura? A verdade é que já se discutem as tendências da Web 3.0. e até da Web 4.0. Mas sobre isso falaremos num próximo artigo.
Paula Braz
referências consultadas: wikipédia, "Marketing Digital na verão 2.0." - Filipe Carrera19 de novembro de 2009
Virtualização - vantagens
Depois de termos falado um pouco sobre o conceito da virtualização, focaremo-nos, agora, nas inúmeras vantagens que esta traz, tanto para empresas como para utilizadores comuns.
Virtualização - Vantagens Empresariais:
- Redução de custos de energia e arrefecimento;
- Redução de custos de manutenção;
- Aumento da agilidade do negócio;
- Melhoramento da continuidade do negócio;
- Redução da necessidade de espaço;
- Simplificação da administração de sistemas;
- Melhoramento da segurança, disponibilidade e fiabilidade;
- Assistência com a Conformidade Regulatória;
- Possibilidade de simulação de redes de computadores com menor demanda de hardware;
- Facilidade de migração de ambientes: evita reinstalação e reconfiguração dos sistemas a serem migrados;
- Utilização de uma VM como ambiente de desenvolvimento: possibilidade de efectuar testes em SO’s distintos e, por provir um ambiente isolado, evita que falhas na configuração e/ou execução, ou até mesmo vírus, danifiquem o hardware da máquina.
Virtualização - Vantagens do Utilizador:
- Cada utilizador tem seu próprio ambiente de trabalho, podendo instalar ou apagar aplicações quando e se necessário;
- Todo ambiente pode ser customizado com diferentes aplicações sem comprometer os demais utilizadores;
- Mesmo aplicações que não podem ser partilhadas por diversos utilizador têm condições de ser instaladas;
- Capacidade de acessar desktops remotamente e com segurança;
- Acesso seguro e rápido a periféricos como impressoras e scanners;
- Maior economia no espaço de armazenamento, nos custos gerais de data center, na refrigeração e no espaço físico;
- Interacção mais ágil com o mercado, permitindo apresentar produtos, serviços e projectos com mais rapidez;
- Possibilidade de fazer backup regularmente e restaurar dados em poucos instantes.
Estou certo que, depois do exposto, serão muitos os interessados em experimentar a virtualização no seu equipamento pessoal ou empresarial. O desafio está lançado!
Luís Gaspar
referências consultadas: ansol, instituto informática, open mania4 de novembro de 2009
Virtualização - Conceito
Pode-se dizer que virtualização é a partilha de recursos físicos de uma máquina (CPU, RAM, Disco Rígido) entre várias máquinas virtuais, ou seja, a ocupação de recursos que estejam livres na máquina física.
Para responder a esta questão e suprimir esta necessidade, surgiu o conceito de virtualização - um conceito que possibilita a poupança de recursos, mantendo sempre o bom funcionamento da plataforma tecnológica!

Imagem 1 - Exemplo de virtualização em ambientes empresariais
Neste momento, as plataformas empresariais mais conhecidas são VMware, Hyper-V e XEN, Virtualbox. Tal como podemos ver na imagem, podem ser criadas várias “máquinas virtuais” ,em que podemos definir características como: nº de discos, capacidade da ram, unidades de cdrom, portas COM, LPT, Placas de Rede… no fundo, tudo o que é passível de escolha aquando a compra de um PC novo.
O grande benefício da virtualização - e esta, sim, é a resposta central ao porquê do “boom” que esta tecnologia tem vindo a obter - é que, ao invés de termos 4 servidores a utilizar 10% de recursos de cada um e a gastar 100% de electricidade e manutenção, podemos juntá-los todos num só hardware, gastando, assim, as percentagens de recursos que desejamos. Podemos ter uma máquina com 1024mb de ram, outra com 256 e outra com 2048? Sem dúvida que sim, desde que tenhamos o hardware físico necessário, neste caso, 3328Mb de ram para alocar às diferentes máquinas. Deste modo, conseguimos ter apenas uma máquina física a gastar electricidade e a performance é praticamente a mesma.
Se depois desta exposição ficaram entusiasmados com o tema da "virtualização", sugiro que pesquisem, criem e testem máquinas virtuais, para que possam, assim, tirar as vossas próprias conclusões.Luís Gaspar
referências consultadas: VMware, Semana informática, Sun
20 de outubro de 2009
Software Open Source - uma alternativa sustentável

"Software Open Source" é uma expressão comum nos dias de hoje... mas o que significa afinal?
Todos nós já ouvimos falar no sistema operativo Linux. Este é um exemplo de um software Open Source, onde podemos contribuir quer para o seu desenvolvimento, correcção de erros ou mesmo documentação, desde que a sua condição de Open Source seja mantida.
Por definição, Open Source são softwares de utilização livre, cuja licença de utilização não é paga e o seu código fonte está disponível de forma gratuita. Este conceito veio revolucionar a forma como os softwares são desenvolvidos, permitindo baixar os custos de desenvolvimento, resultando em softwares de excelente qualidade e em constante evolução, garantindo um melhor retorno de investimento por parte das TI’s.
Actualmente, existe uma lista extensa de softwares Open Source, como por exemplo o Sugar CRM e o Alfresco, que cresce a cada dia, contendo ferramentas poderosas que facilitam o dia-a-dia das empresas, reduzindo drasticamente o custo em tecnologia e em licenciamento. A escolha de software Open Source possibilita às TI’s não só as vantagens referidas anteriormente, mas também a possibilidade de personalizar as suas aplicações, de modo a ajustarem-se na perfeição às suas necessidades, contribuindo assim para a optimização dos seus processos.
Cada vez mais, o software Open Source está a deixar de ser visto como uma “moda passageira”, sendo uma opção credível que deverá ser “obrigatoriamente” ponderada pelas TI’s.
Pedro Faustino15 de outubro de 2009
Mestrado em Open Source Software - já é uma realidade!
A ideia provem de uma parceria estabelecida entre o ISCTE e a UOC - Universidade Aberta da Catalunha.
Dividido em 2 semestres, o mestrado destina-se a todos aqueles que pretendem obter competências específicas na área de software em código aberto.
A Open Solutions não pode deixar de se mostrar visivelmente agradada com esta iniciativa. Consideramos que esta marca uma nova era no open source em Portugal, contribuindo para a sua difusão e profissionalização.
Este passo, agilizará a mudança de mentalidades no nosso país e permitirá que caminhemos no sentido das tendências globais aplicadas às TI's.
Para mais informações, acedam a http://moss.dcti.iscte.pt/
9 de outubro de 2009
Redes sociais revolucionam a forma de se comunicar
Procuro estar atenta às tendências e, como tal, não me tem passado despercebido o paradigma das redes sociais na internet.
Penso que o conceito faz parte do senso comum da maioria, sendo brevemente definido como relações comunicacionais estabelecidas entre indivíduos mediante um computador. Estas relações à distância são dinamizadas em "espaços virtuais" tão falados em conversas de café - Hi5, facebook, twitter, myspace, flickr, são alguns dos exemplos.
Mas nada como falar de números para compreender a real pertinência das redes sociais na internet: cerca de 65% dos utilizadores de internet em todo o mundo fazem parte de uma rede online - o que representa cerca de 700 milhões de indivíduos, com idade superior a 15 anos (dados comScore). Os números falam por si, e fazem compreender porque é que estas estão a transpor a esfera pessoal, passando a ser instrumentos de comunicação das empresas e, até, na política. É o caso das campanhas legislativas deste ano, as quais ficaram marcadas pelo recurso a estas redes como meio de contactar virtualmente com o eleitorado.
É caso para dizer que o conceito de redes sociais na internet não se vai ficar por aqui - revolucionou já a forma de comunicar e tudo leva a crer que continuará a ganhar adeptos.
Paula Braz