17 de junho de 2014

O que é o Open Source?


Open Source, termo em inglês, significa código aberto, diz respeito ao software de utilização livre, ou seja, software não licenciado, sem custos. O código é disponibilizado de forma gratuita pela comunidade.

Sem custos de licenciamento e por norma sem número limite de utilizadores, o software open source adiciona um maior investimento em serviços e formação. A lista de ferramentas open source aumenta de dia para dia, facilita o trabalho das empresas e reduz consideravelmente os custos das mesmas em tecnologia.

As ferramentas estão disponíveis on-line pelas comunidades, sem restrições de acesso!

Que vantagens uma organização tem em usar open source?
Para que as empresas possam tirar maior partido e rentabilidade das soluções que adquirem existem inúmeras vantagens: segurança, garantia de continuidade, suporte, baixo custo de implementação.

  • O custo de propriedade é menor
  • Existe uma maior independência face ao fornecimento de serviços
  • Possibilita um maior nível de personalização
  • É um sistema mais seguro
  • Traz soluções inovadoras que traduzem os valores e as necessidades da comunidade
  • Possibilita acesso aos dados bem como a sua conversão
  • Melhoria da compatibilidade com outros sistemas

Qualquer empresa pode usar software open source, existem várias versões livres idênticas aos softwares utilizados. O software open source ganha a qualquer software licenciado, na medida em que este pode ser personalizado, parametrizado às reais necessidades do utilizador.

  Pesquisa de software alternativo : http://www.osalt.com/

12 de junho de 2014

Que ferramenta de comunicação interna usa?


A comunicação interna é fundamental para a motivação dos colaboradores!

O elgg, rede social interna, liga a empresa às pessoas, é uma ferramenta de comunicação que permite passar a mensagem da organização, assim como os valores e missão.
A plataforma faz circular a informação, criando um clima de coesão entre as pessoas, estimulando a interacção entre os colaboradores dentro da organização. Disponibiliza várias funcionalidades, tais como: grupos de discussão, criação de eventos, partilha de vídeos, um espaço dedicado para blog e repositório de artigos. E ainda uma comunidade com fóruns de discussão e tecnologia RSS para o conteúdo gerado dentro da rede.
A rede social interna, aumenta o ritmo dos acontecimentos porque a informação está acessível a partir de qualquer lugar, assente numa estrutura open source, web-based.

O que ganha com uma Rede Social Corporativa?

  • Troca ideias, potencia a criatividade e faz circular a informação
  • Potencia a identidade da empresa como um todo
  • Potencia o reconhecimento dos colaboradores
  • Aumenta as interacções empresariais e pessoais fora da rede online
  • Guarda o registo detalhado das actividades na plataforma
 
Curioso! Conheça mais razões para escolher a rede social elgg: http://www.opensolutions.pt/comunicar/redes-sociais/

9 de junho de 2014

Gestão documental? Diga adeus ao papel!


O papel tem tendência a desaparecer, pois cada vez mais a documentação é digital.
A questão é - como organizar e disponibilizar a informação relevante a todos os intervenientes?

Sabemos que nas organizações existe arquivos de texto, relatórios, correspondência recebida por diferentes meios: fax e correio. A tendência destes é gerar mais e mais documentos, e com isso surge: informação perdida, várias versões, custos com o arquivo físico de documentos e cópias.

A utilização da informação em suporte digital emerge para combater essas falhas, permite, armazenar, disponibilizar, pesquisar e gerir toda a informação que uma empresa produz. Todas as organizações precisam de uma ferramenta que as ajude a gerir a documentação. Pois, uma boa gestão dos documentos é um factor de eficiência!
Reduz ainda o tempo de procura e localização dos documentos, permite uma maior segurança no acesso à informação, através de mecanismos que controlam o acesso aos dados. Minimiza custos, tempo e cópias.

Vantagens:
  • Possibilidade de recuperação da informação (backup)
  • Redução da probabilidade de extravio de documentos
  • Web based, pode aceder a partir de qualquer lugar
  • Informação acessível a vários utilizadores simultaneamente

Conceitos Fundamentais da Gestão Documental: 
  • Workflow (circuito documental): processos que são repetidos consecutivamente na organização e que possuem documentos e intervenientes associados a cada uma das fases.
  • Metadados (informação sobre os dados): conjunto de elementos informativos sobre o documento (autor, título, descrição, código, data de criação).
  • Rastreabilidade: possibilidade de saber o histórico do documento (controlo de versões, estado da tarefa, quem efectuou alterações ao documento).

6 de junho de 2014

A importância de ter um site?!


Vivemos na era digital, o constante crescimento e popularidade da internet, é impensável que as empresas não tenham um site. A ideia de que é um luxo, está completamente ultrapassada. Não se trata de uma moda, mas sim, uma forma de estar no mercado, com vontade de vender!

Negociamos num mercado global, precisamos de ferramentas de comunicação que permitam que os clientes cheguem até às empresas. O site permite criar proximidade entre o cliente e a empresa, estejam estes em qualquer parte do mundo.
Grande parte das vezes o primeiro contacto que os clientes têm com a marca (empresa) é através do site, já pensou na importância? É neste encontro que acontece a primeira barreira ao negócio, ou seja, se o seu site não for cativante, claro, que mostre a notoriedade e credibilidade da empresa, já perdeu um cliente.

Por isso ser tão importante as empresas investirem num site.

O site - cartão de visita on-line, deve reunir toda a informação da empresa, de forma organizada. Deve explicar o que a empresa faz, qual a área em que actua. Falar sobre a história, missão, valores, visão é importante, é aqui que a sua empresa se vais destacar. Se estes factores forem claros a mensagem chega ao público-alvo e mostra a credibilidade no mercado. Disponibilize os contactos - a sua empresa vai ser visualizada por qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. O mercado global online está aberta 24h, durante todo o ano.

No que toca à gestão de conteúdos, é fácil!
É fundamental que a informação esteja actualizada, esta pode ser alterada sempre que considerar necessário, pois está permanentemente acessível pelo back office (local onde se faz a gestão de conteúdos).

O site é uma ferramenta de comunicação e vendas muito poderosa, para além de levar ao mundo a sua marca, permite que fique mais perto dos seus clientes e potenciais, deixando que a distância seja um problema.

5 de junho de 2014

Alojamento web! Qual a sua importância?

A escolha de um alojamento web não é assim tão fácil como parece!
No momento em que decide criar um site, é importante escolher o alojamento web que melhor se adequa às suas necessidades, pois, o desempenho deste tem um grande impacto no crescimento do negócio. Como tal, é necessário que esteja atento a certos aspectos, que não são óbvios quando visita um site. Deve ter em atenção três áreas distintas: suporte técnico, infra-estrutura e as características dos planos de alojamento web.

O suporte técnico, por muita experiência que tenha pode sempre necessitar de apoio na configuração de um determinado serviço (e-mail, base de dados, gestão de DNS, implementação do site), ou eventualmente por outras questões, como por exemplo: o motivo do seu site estar com problemas. Estes surgem inevitavelmente...

Quando se fala da infra-estrutura, é importante ter em conta, a qualidade, a segurança do alojamento, a disponibilidade do serviço e a velocidade de acesso ao site a partir de qualquer rede de internet. Certifique-se que o equipamento (servidores) a nível de velocidade, segurança dos dados e estabilidade correspondem ao que precisa. Quanto à escolha da rede (nacional ou internacional) é consoante o público-alvo da sua empresa.

Actualmente no nosso mercado há uma vasta oferta de datacenter, é importante perceber as características de cada máquina, pois variam de empresa para empresa.

Maior parte dos datacenters garante o fornecimento contínuo de energia, fique descansado que o seu site não fica inacessível, mesmo em caso de quebra de fornecimento de energia. As condições de climatização e controlo de humidade também são asseguradas pelos datacenters, estes reúnem todas as condições para as máquinas trabalharem em segurança.

Quanto às características dos planos, não se prenda apenas ao preço, foque-se no desempenho do site, na qualidade do servidor onde o site será alojado. Certifique-se que o plano inclui backups e que o espaço é suficiente para a informação que pretende partilhar, confirme também se dispõe de uma equipa de suporte pronta a dar soluções.

3 de junho de 2014

Ser mais dinâmico, surpreende o cliente!


O CRM (Customer Relationship Management) é uma ferramenta estratégica de negócio que permite direccionar, perceber, antecipar as necessidades e potencialidades dos clientes. Fique próximo, comunique mais com eles. Tenha noção do estado em que se encontra o seu negócio.

O CRM reúne toda a informação dos clientes, sem custo de licenciamento e sem limite de utilizadores. É uma solução elegante que permite agilizar negócios e criar valor, ao mesmo tempo que simplifica processos e reúne diversas tarefas de uma forma organizada e integrada.

Numa só ferramenta reúne várias áreas da sua empresa: vendas, marketing, suporte pós venda, actividades (reuniões, acções internas). Permite que todos os colaboradores partilhem informação relevante, como: tarefas, chamadas a realizar, reuniões agendadas.

O CRM permite conhecer bem o cliente e envolvê-lo com a empresa, é um canal permanente de comunicação para criar e sustentar um relacionamento com os clientes, fornecedores e colaboradores da empresa. Controla o negócio, os processos e as pessoas, contribuindo para aumentar a força de vendas.

Vantagens de ter um CRM:

- mantém o histórico da relação com o cliente
- melhora a interacção de contactos
- regista todo o processo de venda
- permite estimar as vendas
- envio de mailings
- permite prever fecho de negócios
- com base nos registos consegue uma visão geral da sua empresa
- permite antecipar as necessidades dos clientes

O que faz o CRM ter um valor acessível para as empresa?

Deve-se ao facto de ser uma solução que tem por base uma aplicação já desenvolvida. Que permite uma implementação de custos reduzidos, o investimento inicial é nos serviços prestados, ou seja, na instalação, parametrização ( adaptada à realidade e necessidades da empresa) e formação.

Fortaleça os laços e fidelize os seus clientes!

23 de maio de 2014

O que desconhece do Open Source.

O mercado do software tem sido dominado pelo software de licenciamento ou proprietário, as empresas pagam quantias bastante elevadas pela sua utilização. O open source software, surge naturalmente como solução da própria comunidade que necessita de software à medida, actualizado, livre e, com segurança.

open source significa - software aberto desenvolvido por grandes comunidades e disponibilizado sob licenças de utilização gratuita. Esta partilha permite que o código seja adaptável às necessidades da empresa, podendo ter um software completamente personalizado. Com pouca exposição ao risco, a nível de segurança ou erros.

Uma das grandes barreiras para a evolução e expansão, têm sido as reticências colocadas por muitos, em acreditar que um software com licença de utilização gratuita é tão bom ou melhor que o software licenciado, ou seja, pago.

Para percebermos melhor o conceito open source e quais os requisitos que tem de ter para ser considerado como OSS (open source software) é obrigatório que,

  • a sua utilização seja para qualquer fim sem restrições;
  • distribuição de cópias sem restrições;
  • acesso ao código fonte e estudo do seu funcionamento;
  • adaptação às necessidades de cada um;
  • possibilidade de disponibilizar a terceiros qualquer alteração introduzida.

O conceito OSS não é apenas freeware, o objectivo não é apenas ter licença de uso gratuita, mas sim ir mais além, com base no acesso ao código permite que o software seja totalmente customizável e independente de fornecedores.

Existe ainda um grande preconceito no mercado, criado pela “publicidade” dos produtores de software proprietário, contribuindo assim para o desinteresse e ausência de informação. Provocando uma ideia errada do open source software, levando as pessoas a não acreditarem na fiabilidade do software.

Um dos principais receios ao uso das ferramentas open source é que estas não sejam compatíveis com o software licenciado, mas qualquer pessoa ou empresa pode utilizar os dois tipos de software em simultâneo.

Suporte

Em Portugal já temos algumas empresas que prestam este serviço e a tendência é que venha a aumentar o número de empresas e de profissionais qualificados. A internet é também um meio de suporte, torna-se um recurso de valor incalculável para quem tem problemas, pois existe uma vasta comunidade online que, através de fóruns e websites conseguem dar resposta.

Longevidade

No código open source a comunidade de utilizadores além de ser consumidora, é também potencial produtora. Logo, existe uma garantia de longevidade ao contrário do software proprietário, que “força” os clientes a comprar novas versões ou novos programas. Ganhando desta forma muito mais dinheiro com estas políticas.

Licenças

As licenças de open source são o que permite distinguir se um programa é mesmo software livre ou não. Existe a ideia de que as licenças do software open source não dão garantias, ou por outro lado estas são inferiores às dos produtos proprietários, o que é errado. É importante que quando adquirir ou instalar um software open leia a licença de utilização, pois existe um sem número de licenças e condições.

Preconceitos

Talvez o que causa maior receio e reticências ao uso de certas ferramentas de open source seja a compatibilidade com o software proprietário. O que está errado, qualquer pessoa ou empresa pode manter ambos os softwares. Como por exemplo: usar um sistema operativo proprietário da microsoft, o windows, e uma ferramenta produtiva e integrada com o Open Office ou o Libre Office.

De notar que o open source tem como objectivo principal obter produtos mais evoluídos e maduros, do que é possível ter actualmente apenas com recursos a ferramentas proprietárias.

Segurança

Por fim, vamos desumidificar a segurança. Os produtos open source, porque têm grandes comunidades de programadores e o contributo de muitos utilizadores por todo o mundo estão mais atentos aos problemas de segurança, são detectados mais cedo e resolvidos mais rapidamente.

Veja-se o caso de, 60% dos servidores web online são sistemas linux - mais robustos, mais seguros, e com downtimes de manutenção inferiores. Estes servidores raramente têm de ser reiniciados. Há servidores linux sem reboots anos seguidos!

Este artigo foi escrito tendo por base o artigo Open Source Software.

15 de outubro de 2013

Hook your business


1ª Rede Social para empresas e comunidades de negócios
Apresentação a 23 de Outubro (Quarta-feira) às 9h30 | Ninho de Empresas DNA



O Hook é uma rede social de negócios entre empresas - B2B. Uma ideia inovadora e disruptiva do actual modelo de negócios, dirigido pela procura e não pela oferta.


O Hook vai revolucionar a forma como escalamos os negócios, e pretende reduzir o desgaste de recursos humanos e financeiros associados ao processo de (venda) oferta e procura através da criação de milhares de relações possíveis entre empresas - é fácil e intuitivo!
Será ainda um motor para muitas empresas que pretendam internacionalizar os seus produtos e serviços.



Nesta fase de lançamento e avaliação do minimum viable product oferece a utilização de todas as funcionalidades premium às pessoas e empresas que se registem com o objectivo de:
  • contribuírem com opiniões de melhoria do Hook
  • convidem os seus clientes e fornecedores
  • utilizem a plataforma no seu todo para concretizarem negócios
  • proponham novas funcionalidades 
  • avaliem valores das funções premium

Oferece-se um prolongamento do período premium a todos aqueles que participarem activamente nestes objectivos.
Prevê-se que esta fase seja um estágio de 1 a 2 meses para implementação de novas características já previstas e outras entretanto sugeridas. A partir daqui, o Hook vai internacionalizar-se… Está previsto como segunda eleição a Holanda, como centro de negócios para a Europa Central e do Norte.

Inscrições gratuitas mas limitadas, por favor faça o seu registo: www.hookbiz.com

28 de junho de 2013

7º Concurso de Ideias de Negócio de Cascais


O Concurso de Ideias de Negócio do Concelho de Cascais – o CINC - é uma iniciativa de captação de ideias de negócio e de facilitação do acesso a fontes de financiamento, criada pela Agência DNA CASCAIS. Que tem como objectivo estratégico estimular e dinamizar o empreendedorismo no Concelho.

Esta iniciativa pretende seleccionar ideias/projectos inovadores nos diversos sectores de actividades, de forma alavancar a criação de novas empresas de forte conteúdo de inovação e/ou negócios emergentes de pequena escala.

A selecção das ideias vencedoras foram feitas com base nos seguintes critérios
  • grau de Inovação da Ideia
  • exequibilidade da Ideia
  • impacto económico, social e ambiental nos sectores de actividade 
  • adequação dos currículos e envolvimento dos promotores à concretização da ideia

O projecto de Ricardo Oitavén, com o apoio da Open Solutions, foi seleccionado para a final na categoria TIC, conquistou o 2º classificado com o projecto hook- Rede Social e comunidade de negócios.
Querem fazer parte de uma rede social de negócios, onde o o cliente não procura um fornecedor, efectivamente, encontra o fornecedor?
Fiquem atentos...

24 de abril de 2013

Open source potential in capital markets

                 Image by opensource.com
When I tell people about OpenGamma, reactions are often incredulous.
We’ve built a full market risk analytics platform for capital markets—with all the bells and whistles you’d expect, such as a declarative calculation engine, a flashy HTML5 GUI, and a comprehensive analytics library—and we’ve released it under the Apache 2.0 License. And, our key customers and users at the moment are some of the world’s most secretive technologists: hedge fund managers. To an outsider, this may look like a curious combination.
I’ve worked for or with hedge funds for the last 9 years, and in the last 3.5 years since starting OpenGamma, we’ve identified some unique challenges in executing open source technology and philosophy in this space. I’ll outline some of those challenges and what that means for software companies eager to do business with capital markets participants.


Open source is a natural choice

Hedge funds are super secretive—so much so that we are not usually even able to name our clients. (This naturally makes our sales process slightly more complex as we have to describe our customers in general terms but can’t name them in public. It’s comforting to know, though, that every other vendor in this space is battling with the same issue.) You may be surprised to hear this, but most hedge funds use plenty of open source software already.
Examples include Linux, PostgreSQL, ActiveMQ, OpenJDK (and all the various Java libraries you’d expect like Apache Commons, Spring, etc.), and so on. In fact, many of them don’t use any traditional closed source infrastructure software at all. For example, there’s a lot more PostgreSQL and MySQL than SQLServer and Oracle in hedge funds. They are also often early adopters of any form of technology they think will give them an edge—so, we tend to see NoSQL way more in hedge funds than in banks, whether it’s MongoDB, Cassandra, etc.
Not surprisingly, these days, most of those start out using open source software from Day 1. What does distinguish hedge funds from the typical open source user, however, is that they seldom (if ever) contribute openly back to projects. They are worried (perhaps rightly so) about any of their secret sauce (the alpha-generation capabilities) leaking out. This either means that they are raw consumers of open source (they download anonymously and never contribute to the community) or they work with commercial firms to represent them in the open source ecosystem.
This could be a vendor, like us, or a consulting firm; in both cases, this representative will provide the fund with a confidentiality shield. Hedge funds are aware of course that not everything they do is alpha generation. The problem is, they don’t always know what it is that gives them an edge and what doesn’t. It’s our job as an open source vendor to help them along the journey to identify the best ways to participate in the community. 
This all has implications on technology companies and developers that want to do business with hedge funds or other secret capital markets trading firms.


How to work with hedge funds:

1. Focus on things that don’t generate alpha. We founded OpenGamma after a realization that much of the risk technology we were building in our hedge fund jobs was pure plumbing. Each firm was writing the same code internally and wasting precious development resources on functionality that could be easily provided by open source software instead. If a hedge fund believes something gives them an edge, they are sure to develop it in-house—for example, high-frequency trading shops running customized Linux kernels—but for everything else, open source is the natural answer.

2. Provide a confidentiality shield. Hedge funds are often more than happy to talk to each other, but not the wider world, for various compliance reasons. Therefore it’s important that you provide communication channels and commercial contracts that allow your clients the level of confidentiality they require. At OpenGamma, a lot of our clients participate in our Customer Council, providing feedback and advice to our R&D team—but, they regularly speak to each other without our involvement too (which keeps us on our toes!). Providing that behind-the-scenes guidance is one way that hedge funds can actually contribute back to open source projects without having to reveal their identity.

3. Constantly demonstrate value for money. Whilst hedge funds manage a lot of money, they’ve been hit by lower margins just like everyone else since the 2007 turmoil in the financial markets. A lot of them are cash sensitive, especially start-up funds, which means you need to be able to show how your solution helps them lower their total cost of ownership in the long run, and that you are providing real value that will have an impact on their bottom line. As well, open source technologies are great for startup hedge funds, who often don’t have a serious technology budget until they reach at least $250 million in assets under management. In the past few years, there has been a noticeable increase in the number of people within the industry who 'get' open source and understand the impact it can have on your bottom line.


There are certainly some unique challenges that any firm wishing to do business with hedge funds will need to acknowledge, and tackle, in order to become successful. But the interest and commercial demand we are seeing for our own solution leads me to believe open source has huge growth prospects in capital markets.
K. Wylie
--
Kirk Wylie is the Chairman and Co-Founder of OpenGamma, a financial technology startup building an open source risk analytics platform for the financial services industry. Focusing exclusively on Capital Markets, OpenGamma has raised $23M in funding and employs 36 people in London and New York. Kirk began his career in Silicon Valley, where he worked for various technology firms and founded an open source RDBMS startup. Prior to OpenGamma, he spent a number of years in the financial services.
artigo de opinião originalmente publicado aqui.

15 de abril de 2013

És um programador* ideota?


Na Open Solutions temos um estágio profissional e uma equipa para te ajudar a concretizar ideias!
Valorizamos uma cultura visual rica, a capacidade para propor novas soluções e uma curiosidade insaciável! Temos para ti um estágio remunerado, um ambiente de trabalho propício à boa disposição e ainda a possibilidade de vires a integrar a nossa equipa de desenvolvimento.

Vem ter connosco, de segunda a sexta-feira entre as 9h e 18h.

* Requisitos Principais
- PHP, MySQL, HTML, CSS e JavaScript
- Design
- Programação orientada a objectos
- Modelação de base de dados
- Modelação de Software (UML, ICONIX ...)
- Conhecimentos de Linux

Requisitos Secundários
- Python
- Mobile
- Java
- Web services
- Integração de aplicações



27 de março de 2013

Governo do ESOP: Reino Unido dá preferência ao Software Open Source

Fonte: ESOP
"Pela primeira vez, o Governo do Reino Unido define que será dada preferência ao Software Open Source em todos os futuros desenvolvimentos de serviços públicos digitais.

Foi publicada no passado dia 14 de Março a versão beta do novo Government Service Design Manual, que define os standards para o desenvolvimento de novos serviços digitais no governo britânico e que entrará em vigor a partir de Abril deste ano.

Com esta medida, o Software Open Source passará a ser a escolha preferencial em relação a alternativas de software proprietário ou closed source, especialmente no que diz respeito a sistemas operativos, software de networking, servidores, bases de dados e linguagens de programação. Neste passo inédito, fica definido que os produtos proprietários só devem ser usados nos organismos governamentais em circunstâncias “raras”.

Estas directrizes surgem em linha com o lançamento, em Novembro do ano passado, dos Open Standards Principles, cujo objectivo final é o de diminuir custos com as tecnologias de informação do governo.

De acordo com Liam Maxwell, CTO do Governo do Reino Unido, a preferência pelo Software Open Source tem a vantagem de este poder ser usado por outros países e, assim, poder ser melhorado.

Maxwell havia anteriormente dado passos neste sentido, ao assinar um acordo de desenvolvimento de serviços públicos digitais com a Estónia, que tem sido líder na utilização de Software Open Source na criação de sistemas governamentais de TI."

21 de março de 2013

Dois lugares vazios para Marketers e Criativos da Comunicação



Na Open Solutions temos um lugar para ti, qualquer que seja a forma como trabalhas!
Envolvemos as pessoas e empenhamo-nos arduamente.

Valorizamos:
- que sejas completo e polivalente
- que tenhas um bom nível de inglês, falado e escrito
- que vivas a marca e o slogan
- que te envolva e participes e que seja capaz de te estimular a ti e aos outros
- que nos permitas crescer em conhecimento dentro da tua área

Aqui esperam-te:
- espaço para teres iniciativa
- um escritório com grandes janelas e muita luz
- uma grande secretária
- livre acesso a livros
- cafeína que baste
- flexibilidade de horários
- remuneração de acordo com o programa de estágios do IEFP


Acede a este formulário e envia-nos um documento original onde respondes a duas perguntas:
a) que características fazem de ti o candidato à altura?
b) quando queres vir para uma entrevista?

18 de março de 2013

The impact of open source on business and social good


 
"Some people and businesses still restrict their comprehension of open source as free software that sucks up the wealth of a healthy capitalist society. They do not see the forest for the trees. They see free software as a threat to the enterprise but miss the multi-billion dollar ecosystem that it has created from which businesses of all sizes and types are benefiting.

Here are two cases that reflect the impact of the "open source way of doing things" on the business."

 

I vividly remember the time when my early opinions about open source software were built around questions that made natural (and perfect) sense to me at that point in my life, like: "Why would someone sell a software product for free?" and "Why should anyone participate in a project that does not reap financial rewards?" These formed the basis of my rationale.

That was before I embarked on my professional journey and as a consequence had not experienced organizational life. My myopic view towards the open source methodology of developing projects, and the profound impact this methodology has on the business world in general and the organizational structure in particular, began to broaden after my first intense exposure to the Linux operating system at Bank of America Merrill Lynch. My understanding about the magnificence of this operating system and the process by which it is constantly iterated caused a 180-degree transformation. This consequently cultivated appreciation for the entire process of peer production and the impact it has on today's businesses, both big and small.

Today, mass collaboration is changing the foundational structure of businesses and reshaping the way these entities operate in our highly competitive environment. Collaboration, fueled by open methodologies and peer production, is forcing management to rethink their strategies. Organizations that have previously created walled cities are breaking the barriers and creating public spaces where all can grow and contribute to push forward the boundaries of their businesses as well as the boundaries of industries they operate in.

Despite of all the benefits (in terms of quality, speed, and wealth) that open source and the collaborative mode of undertaking projects have generated, there is still some misunderstanding and gap in the appreciation of these significant changes. 


The rise of collaborative organizations

The digital revolution, also called the third revolution, has changed the entire landscape of the business world. After the industrial revolution, no other revolution has changed the fabric of the society as the Internet revolution has changed it. It has given rise to organizations that thrive on volunteers, peer production, and collaboration. Wikipedia, the Mozilla Foundation, Wordpress, Red Hat, and many more are competing today with some of the best financed and resourceful enterprises across the globe. The parameters of this competition are not only governed by cost but defined by quality as well. In 2005, the British Journal Nature conducted a comparative study and found that Wikipedia is as accurate as Encyclopedia Britanica. A Wikimedia traffic analysis report in 2012 shows that Google Chrome has a larger market than Internet Explorer and my second favorite brower Mozilla Firefox has a significant market share. Likewise, Red Hat Enterprise Linux is widely implemented in almost all the big financial corporations not only because of the cost but also because of the stability it adds to the complex technology infrastructures in financial companies.

IBM, a company that became a giant by selling everything proprietary, is another big example and its engagement with the Apache web server project and Linux are well known. In 1999, IBM announced its support to the open source Linux project and since then has contributed consederable financial and technical resources to the Linux community. It played an instrumental role in establishing the Apache software foundation and the Linux development group. Not only did the "big blue" save millions that would have gone into developing its own operating system, it learned and mastered the workings of a new type of business model that was set to change the software industry forever. 

Organizations and institutions across sectors are opening up for new partnerships and utilizing the vast amount of "unique skilled talents" not available within the confines of their companies. Initiatives like InnoCentive, Human Genome project, and MIT and Harvard University's edX program offer platforms and opportunties for world changing innovations.

 

The big boost to entrepreneurship

The Internet is one of the best things that has happened to humanity. Not only does it open the world up to an individual (and vice versa), it has become a nucleus of global economic activity. More and more people today are making their living by selling bits and bytes. The cost of starting a web-based business is extremely low relative to starting a business that relies on physical channels. This low cost of bootstrapping a business combined with the creative nature of the Internet has encouraged millions to launch their own ventures. The low cost of starting a web-based business has become possible primarily because of the availability of open source software and infrastructure. The free LAMP software stack, which constitutes Linux, Apache, MySQL and PHP, has made it possible for creative and thoughtful people with ideas to start businesses on the Internet that are playing a positive role in pushing forward the human race.

The open source movement and its methodologies have contributed significantly to the business world and created ecosystems that have positively impacted all industries and billions of people across the globe. And this movement has largely been fueled by thousands of volunteers who contribute to these projects for a wide range of reasons, including to grow their networks, enhance their resumes, refine their skills, and just for doing social good.

In the words of Jimmy Wales, the founder of Wikipedia: "We are gathering together to build this resource that will be made available to all the people of the world for free. That's a goal that people can get behind". What struck me as I finished the last sentence was a quote from the movie Pearl Harbour: "There is nothing stronger than the heart of a volunteer."

o artigo completo pode ser encontrado aqui.